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Morre aos 77 anos, o ator Cláudio Marzo

Claudio Marzo sofria de efizema pulmonar

Na manhã deste domingo (22) morreu o ator Claúdio Marzo. Com 77 anos, ele estava internado desde o início de março na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro.

Fumante desde a adolescência, Marzo tinha dificuldades de largar o cigarro e desde 2013 a saúde estava debilitada estava debilitada. Com efizema pulmonar, agravada por uma pneumunia, o ator acabou não resistindo.

Atendendo a um pedido seu, os familiares cremarão o corpo. O velório somente ocorrerá com a chegada de um dos filhos, residente na Austrália.

Carreira

Marzo era filho de descendente de italianos e nasceu na cidade de São Paulo. Estreou na carreira de ator em 1965 na novela A Moreninha, da Rede Globo. Na emissora Marzo também fez novelas marcantes como Irmãos Coragem (1970), Saramandaia (1976), Fera Ferida (1993), A Indomada (1997) e Mulheres Apaixonadas (2003). Fora da TV dos Marinho, Marzo fez Kananga do Japão (1989) e o fenômeno Pantanal (1990).

No cimena Marzo se notabilizou com os filmes O homem nu (1997), A Dama do Lotação (1978) e Pra Frente, Brasil (1982). A Casa da Mãe Joana (2007) foi sua última participação em filmes.

Homenagens

Vários colegas tem rendido homenagens a Cláudio Marzo. Regina Duarte, que formou par romântico com ele em diversas novelas, em entrevista ao Uol destacou que o ator foi uma pessoa “apaixonada pela vida, e que viveu intensamente”.

Marília Pêra, parceira do ator no cinema e na dramaturgia, lembrou que Marzo era quietinho e introspectivo. A atriz lamentou também o fato de os atores da geração dela estarem morrendo, como José Wilker e Hugo Carvana, falecidos em abril e outubro do ano passado, respectivamente.

Natália Timberg, atualmente contracenando em Babilônia, novela das 21h da Globo, exaltou o talento do colega e disse que ele era uma “figura forte, bonita e de presença marcante”.

Em tempo

Pantanal, de Benedito Rui Barbosa, é considerada por muitos críticos de TV como a E o Vento Levou das novelas. Nela Cláudio Marzo fez dois papeis marcantes: José Leôncio e Velho do Rio, que lhe renderam o prêmio de melhor ator pelo Troféu Imprensa de 1991.

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