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O dom do Amor

O amor é capaz de coisas incríveis, de loucuras nunca feitas em um momento de sanidade. O amor consegue despertar desejos nunca antes sentidos. O amor é um dom que se deve cultivar.

Uma vida vivida sem amor jamais será uma vida com felicidade.

Muitos autores e poetas tentaram e ainda tentam descrever em palavras, ou talvez em atitudes, o que é o amor, mas nunca se chegará em uma conclusão final pois o amor não é uma verdade absoluta e sim uma verdade que se renova a cada amanhecer. Ele acompanha a contemporaneidade.

Paulo nos traz em uma das suas epístolas uma das frases bem marcantes do que é o amor:

“O amor é sofredor, é benigno, o amor não é invejoso, o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece”.

O amor também envolve um pouco de ciência.

O escritor, como químico, não pode deixar de fazer algumas analogias com o seu campo de estudo.

O amor, portanto, tem de ser espontâneo, ou seja, a energia para se obter o amor tem de ser mínima. O amor tem que ocorrer naturalmente, assim como tudo na natureza.

Nunca espere que no amor não ocorra contradições, que não haja brigas, pois, isso é contrário a segunda lei da termodinâmica que diz que tudo tende a desordem. E para controlar essa desordem é necessária uma energia e essa energia irradia na forma de amor.

O amor compensa a desordem.

Por fim, finalizo com um trecho da música do legionário Renato Russo:

“Quem inventou o amor, me explica por favor”.

Creio que o significado do amor nunca será entendido por completo. Em sua plenitude, porém, falar do amor, sentir o amor, querer entender o amor é fundamental para deixar a vida um pouco mais significante.

Flávio Olimpio é graduando em Química Industrial pela UEG. Gosta de refletir sobre tudo, principalmente sobre a vida. Escreve aos domingos. Excepcionalmente, nesta segunda-feira.

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