Confira 6 momentos marcantes da Paralimpíada 2016

Os Jogos Paralímpicos do Rio 2016 chegam ao fim neste domingo (18). Por isso, o Portal EBC separou alguns momentos que vão ficar na lembrança de quem acompanhou a paralimpíada. Durante os Jogos, pudemos vibrar e nos emocionar com a disputa das 23 modalidades em 11 dias de competição. Foram 528 provas valerão medalhas: 225 femininas, 265 masculinas e 38 mistas. Confira:

1) Márcia Malsar carrega a tocha na abertura da Paralimpíada

Reuters/Marcia Malsar
Marcia Malsar. (Foto: Reuters/Ueslei Marcelino/Direitos Reservados)

Na última quarta-feira (7), o mundo todo se emocionou com a imagem da ex-atleta paralímpica Márcia Malsar carregando a tocha na abertura da Paralimpíada do Rio de Janeiro. Mas muita gente ainda não conhecia a história de Márcia, que foi a primeira atleta brasileira a conquistar uma medalha de ouro em uma paralimpíada – em 1984, nos 200m rasos.

2) Equipe brasileira vence na Bocha

Junto com Antônio Leme, as paratletas Evelyn de Oliveira e Evani Soares da Silva disputam final da bocha
Junto com Antônio Leme, as paratletas Evelyn de Oliveira e Evani Soares da Silva disputam final da bocha. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

O Brasil conquistou um ouro inédito na classe BC3 da bocha adaptada. A medalha veio depois de uma partida muito disputada contra a Coreia do Sul. A torcida, que foi chegando aos poucos à Arena Carioca 2, cantou, gritou, vibrou e até brigou com o juiz, que puniu ao time brasileiro após uma jogada na última parcial.

3) Público recorde

O Parque Olímpico, neste sábado, recebeu um público de 167 mil pessoas
Parque Olímpico recebeu um público de 167 mil pessoas. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

No sábado (19), cariocas aproveitaram o fim de semana para desfrutar do clima da Paralimpíada, torcer para o Brasil em várias modalidades e participar de um momento que ninguém sabe quando ocorrerá no país novamente. Foram 167 mil pessoas, segundo o comitê organizador dos Jogos, e São Pedro ajudou: depois de um clima instável e nublado nos últimos dias, o sol voltou a aparecer. Somando todas as praças esportivas, o público ultrapassa as 250 mil pessoas. Nem na Olimpíada houve tanta movimentação em um só dia.

4) Susana Ribeiro na natação

Revezamento natação, equipe brasileira
Revezamento natação, equipe brasileira. (Foto: Reuters/Sergio Moraes / Direitos reservados)

Com Susana no time, o Brasil subiu no pódio e fez a festa da torcida nas arquibancadas. Emocionada, a atleta lembra de tudo que passou para colocar essa medalha no peito. Ela, que já havia conquistado cinco títulos brasileiros no triatlo, além de representar o Brasil no Ironman [modalidade de triatlo de longas distâncias], teve que reaprender a nadar após descobrir que era portadora de MSA (múltipla falência dos sistemas), em 2005.

5) Zanardi ganha medalha no lugar em que ele fez a primeira pole como piloto e 15 anos depois de perder as pernas

Zanardi
 Zanardi. (Foto: André Motta)

Ex-piloto de Fórmula Indy e F-1, o italiano Alessandro Zanardi foi o campeão da prova de contrarrelógio H5 dos Jogos Paralímpicos no Rio, cidade que ficou marcada como o local de sua primeira pole position. Na Inglaterra, a prova foi disputada na pista do autódromo de Brands Hatch, onde Zanardi havia pilotado carros de corrida anos antes do grave acidente que o fez perder as duas pernas em uma corrida de Fórmula Indy, em 2001, na Alemanha. Como a competição está em seu sangue, ele reinventou sua carreira e, com sua nova condição física, adaptou-se às handbikes (bicicletas de mão) e investiu no esporte paralímpico.
6) Iraniano bate recorde mundial três vezes, levanta 310kg

halterofilista iraniano
Halterofilista iraniano. (Foto: Gabriel Heusi)

O halterofilista iraniano Siamand Rahman (+107kg) prometia romper a mítica barreira dos 300kg muito antes de começarem os Jogos. Chegou o dia, o momento, Siamand não decepcionou e ainda foi além. Na tarde desta quarta, ele bateu seu próprio recorde mundial (296kg) três vezes e estabeleceu uma nova marca- 310kg – que os amantes do esporte acreditam que vá durar muitos anos.

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