Quedas de energia aumentam acidentes com elevadores em Goiás
Cada vez mais comuns, especialistas apontam caminhos para evitar problemas com o equipamento de transporte
Levantamento do Procon Goiás apontou que de 2019 para 2020 as reclamações recebidas pelo órgão contra o serviço de energia elétrica saltaram de 2.393 para de 3.184, um aumento de 33% que também incluiu as quedas de luz reportadas. Com esse problema em ascensão, moradores de prédios residenciais começaram a vivenciar com frequência o que antes era menos evidente: as panes nos elevadores
Na maioria dos casos, o que ocorre é do equipamento de transporte parar de funcionar quando fica sem contato com a energia elétrica e deixar preso quem está lá dentro. Foi o que ocorreu recentemente com um dos moradores de um edifício no Setor Leste Universitário, em Goiânia. “Frustante, porque é algo que a gente não imagina”, afirmou. O profissional liberal, de 32 anos, passou cerca de 25 minutos elevador — tempo que o fornecimento demorou para se restabelecer.
Nos últimos dois anos, o Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás atendeu mais de 250 ocorrências na capital envolvendo o equipamento de transporte. O número refere-se aos chamados que a corporação recebeu e abarca também outros problemas, como a queda do cabo de aço de elevadores. Especialista em elevadores, o *engenheiro mecânico Euripedes Jacintho, aponta que a falta de manutenção adequada colabora para o surgimento de situações como essa.
“Além disso, muitos equipamentos são antigos e não foram projetados respeitando as normas e regulamentações normas vigentes”, afirmou o especialista que é um dos sócio da ATI Elevadores, empresa goiana especializada em projetos, fabricação, instalação, manutenção e modernização de elevadores em todo o território nacional.
O engenheiro de automação Alexandre Reynolds Taveira Borges destaca que fazer vistorias regulares é essencial para garantir o bom funcionamento do equipamento. “Somente uma vistoria completa feita com profissionais qualificados é capaz de identificar todos os sinais de mal funcionamento e ruídos que possam vir a trazer transtornos futuros”, sustentou ponderando que já há tecnologias de segurança capaz de evitar que as pessoas fiquem presas em elevadores.
A ATI Elevadores, por exemplo, utiliza-se da No-break e de um sensor de resgate que pode ser facilmente acionado caso haja alguma pane nos equipamentos. “Nesses casos, o elevador vai para o piso mais próximo, abre as portas e fica aguardando o retorno da energia”, *explicou Alexandre Reynolds Taveira Borges apontando que, além de tecnologias de segurança atuais, um dos caminhos para evitar contratempos e incidentes é buscar empresas que também tenham no histórico de fabricação de elevadores o respeito às normas regulamentadoras.*
Com mais de *cinco anos de atuação em todo o território nacional*, a empresa surgiu da união de três engenheiros especialistas nas áreas de Engenharia Mecânica, Automação e Produção. Eles trabalhavam juntos no setor de transporte vertical e vendo as necessidades do mercado decidiram empreender, tendo o bom atendimento ao cliente e a qualidade de equipamentos como pilares de sustentação.
A ATI Elevadores começou em uma sala de 49 m² e hoje dispõe de um galpão de cerca de *2.000 m²*, instalado em Goiânia próximo às margens da BR-060, na saída para Rio Verde. *Atualmente* possui capacidade de produção de 30 elevadores por mês, que se encaixam aos mais variados tipos de edificação, e é reconhecida em toda a região Centro-Oeste por fornecer soluções inteligentes e com bom custo-beneficio.
“O público precisa muito de acessibilidade e conforto.
“Nas pessoas de mais idade, que tem dificuldades com escadas, gestantes e criança
Hamilton José Pereira, Elétrica Aráujo
propeitário
O último Censo Demográfico denotou que 45,6 milhões de pessoas declararam ter pelo menos um tipo de deficiência, seja do tipo visual, auditiva, motora ou mental/intelectual. O grupo representa uma parcela de mais de 20% da população brasileira e, apesar de numeroso, ainda enfrenta muitas dificuldades em direitos básicos, como o de ir e vir.
Mas graças à tecnologia esse cenário vem mudando. Tanto ambientes públicos quanto privados vem buscando maneiras de se modernizar. O Instituto de Pós-Graduação e Graduação (IPOG), em Goiânia, apostou em elevadores da ATI para que todas as pessoas, independente das limitações, tenham independência nas repartições da unidade.
“[Nosso objetivo] é fazer com que as pessoas se sintam iguais e que, desde quando elas entram para dentro do nosso prédio até o momento que elas saem, todas possam ter tido uma experiência única”, explicou Max Müller Rodrigues, gestor administrativo operacional do IPOG.
O local adquiriu o modelo ATI Loft, que é 100% adaptado para acessibilidade e conta com maior precisão de nivelamento, sensores de presença e tecnologia No-break — que traz segurança caso alguma pane de energia elétrica ou similar venha a ocorrer.
Em Anápolis, a Elétrica Araújo também decidiu investir em elevadores da ATI visando, além de acessibilidade, conforto. “Pessoas de mais idade, que têm dificuldades com escada, gestantes e crianças frequentemente estão em nosso comércio”, elencou o proprietário Hamilton José de Araújo.
No caso do estabelecimento, o modelo instalado foi o ATI Premium Panorâmico com comando automático, porta de cabine telescópica, barreira infravermelha, sensores de fim de curso e sobrepeso. A Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Estadual de Goiás (UEG), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Smart Fit também estão no rol do clientes da ATI.
Com mais de dez anos de atuação, a empresa é especializada em projetos, fabricação, instalação, manutenção e modernização de elevadores em todo o Brasil. Possui capacidade de produção de 30 equipamentos por mês, que se encaixam aos mais variados tipos de edificação, e é reconhecida nacionalmente por fornecer soluções inteligentes e com bom custo-beneficio.








