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Assassino da esposa confessou crime durante fuga para Anápolis

(Foto: Reprodução)

Mulher estava grávida de quatro meses e marido sentia “ciumes”. Sentença do caso pode ser definida nos próximos dias

O juiz Jesseir Coelho de Alcântara ouviu nesta segunda-feira (30), durante audiência de instrução, o motorista de aplicativo que transportou Aginaldo Viríssimo Cuelho, de 50 anos.

No início de junho, o homem chegou a fugir para Anápolis após assassinar a tiros a esposa grávida de quatro meses no condomínio Oriente Ville, em Goiânia.

Conforme depoimento, a corrida de Aginaldo estava, inicialmente, endereçada até à Rodoviária de Goiânia, mas durante o trajeto ele alterou o destino com a justificativa de que havia matado a mulher.

“O motorista do aplicativo disse que, desde que ouviu isso, não conversaram mais porque ficou com medo e sem graça. Depois de deixar o Aginaldo em um posto, ele voltou para Goiânia e, já no caminho, recebeu uma ligação da Polícia Civil que perguntou pelo passageiro. Na ocasião ele já falou da confissão e onde o havia deixado”, disse o magistrado ao G1.

Localizado em Anápolis, Aginaldo foi diretamente encaminhado à Delegacia de Homicídios de Goiânia.

Ao delegado Danilo Proto, responsável pelas investigações, ele revelou onde escondeu a arma e disse que cometeu o crime porque sentia “ciumes” e suspeitava que estava sendo traído.

Preso em Anápolis por matar esposa grávida confessa que sentia “ciumes”

Além do motorista de aplicativo e do próprio Aginaldo, outras cinco pessoas foram ouvidas na audiência.

Agora, defesa e acusação terão cinco dias para apresentar as últimas declarações e, após esse prazo, o juiz irá definir se o caso vai ou não a júri popular.

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