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O que aconteceu com os eleitores que quiseram “lacrar” na hora de votar em Anápolis

(Foto: Rafaella Soares)

Agora, eles terão de comparecer em audiência da Justiça Eleitoral e podem até ser condenados

O período de votação já terminou e, ao longo de todo o domingo (28), dois eleitores foram presos em Anápolis após cometerem crimes eleitorais.

A primeira prisão ocorreu às 09h30, no Colégio Estadual Padre Fernando Gomes de Melo, no Alto da Bela Vista, quando um homem de 38 anos foi flagrado por um mesário fotografando a urna.

Já a segunda foi registrada no Sesc Anápolis, no bairro Jundiaí, às 14h47, onde uma mulher de 44 anos estava filmando o voto para enviar à grupos de WhatsApp. O presidente da seção percebeu o crime e solicitou que o vídeo fosse apagado.

Nos dois casos, a Polícia Militar deu voz de prisão e encaminhou os suspeitos à sede da Polícia Federal, onde foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) em que ambos se comprometeram a comparecer na audiência da Justiça Eleitoral.

Caso sejam condenados, poderão pegar pena de até dois anos.

Em tempo

Uma outra jovem também chegou a ser levada à Polícia Federal para prestar depoimento sobre uma suposta foto que havia tirado na cabine de votação.

No entanto, nenhum registro foi encontrado no aparelho e a garota conseguiu comprovar que o barulho ouvido pela mesária da seção teria sido de uma mensagem recebida por WhatsApp. Nenhum TCO foi registrado e ela foi liberada.

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