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Familiares querem a verdade sobre o que ocorreu com submarino argentino

Itamaraty ressalta que a Marinha e a Força Aérea Brasileira colaboraram nas buscas

O Ministério das Relações Exteriores divulgou, nesta segunda-feira (19), nota de solidariedade às famílias dos 44 tripulantes do submarino argentino ARA San Juan, que desapareceu há mais de um ano no Oceano Atlântico e foi localizado no último sábado (16).

O Itamaraty ressaltou que a Marinha e a Força Aérea Brasileira colaboraram nas buscas.

“O governo brasileiro junta-se às merecidas homenagens em memória de seus 44 tripulantes, cujo falecimento é motivo do mais profundo pesar”, diz o texto.

“A Marinha do Brasil e a Força Aérea brasileira participaram dos esforços conjuntos de busca à embarcação quando de seu desaparecimento, em 15 de novembro de 2017.”

Os parentes dos 44 tripulantes do submarino pediram que a embarcação seja retirada do fundo do mar e que se busque saber a verdade sobre o que ocorreu.

As famílias dos marinheiros reuniram-se na Base Naval da cidade de Mar del Plata, aonde o submarino deveria ter chegado no dia em 15 de novembro do ano passado, se não tivesse ocorrido a “implosão” que, segundo a Marinha, fez com que ficasse no fundo do oceano, a 907 metros de profundidade.

O ministro da Defesa, Oscar Aguad, reiterou que a Argentina não tem meios técnicos para resgatar o submarino. De acordo com Aguad, “não deve haver no mundo nenhuma tecnologia para extrair de 900 metros de profundidade uma embarcação de 2.300 toneladas de peso”.

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