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A história de Werlan, o responsável por trazer grandes artistas para Anápolis

(Foto: Danilo Boaventura)

Hoje bem sucedido, empresário teve infância difícil, começou a trabalhar com 11 anos, e precisou batalhar muito para chegar onde chegou

A força de vontade e o trabalho são características desde sempre presentes na vida de Werlan Moura, 49 anos, convidado desta quarta-feira (30) no Papo das Seis.

Empresário mais famoso de Anápolis no ramo do entretenimento, ele não teve uma infância fácil. Perdeu os pais ainda criança e com onze anos de idade arrumou seu primeiro emprego em um escritório de contabilidade.

“Eu tinha consciência que os desafios seriam grandes”, pontuou recordando o início de sua trajetória empreendedora.

Em Campinorte, cidade onde cresceu e vivia, ouviu que um comerciante queria se desfazer de um posto de gasolina. Comunicativo, Werlan pegou a missão para si, efetuou a venda e ganhou, à época, o que equivalente a 18 bicicletas.

Com esse dinheiro em mãos, foi de carona até São Paulo e conseguiu retornar com a mala cheia de relógios. Aos 16 anos, sua rotina era dividida entre o trabalho no escritório, a venda de relógios e aos estudos.

“Trabalhava até às 17h, das 17h às 19h ia de casa em casa vender esses relógios e depois seguia direto para escola”, lembra.

A forma com que Werlan entrou na área da produção de eventos é um tanto quanto curiosa. Segundo ele, foi através de uma confecção de roupas.

“Ela [a confecção] não vendia e eu era obrigado a criar situações para movimentar a loja e aí comecei a fazer coisas pequenas, como desfiles de moda”, explica.

“As pessoas não iriam comprar roupa nova para ficar em casa assistindo novela”, emenda.

Quando se mudou para Anápolis descobriu que, apesar de ser grande, as festas locais dispunham de estrutura inferior às de Campinorte. E assim foi surgindo a marca Nobel na cidade.

Franquia de livraria, logo no início atingiu outros segmentos. Quem não se lembra da conveniência Nobel 24 Horas ou da saudosa Nobel Square, boate instalada na Praça Dom Emanuel?

Hoje a marca agrega três ramos: entretenimento, music e geradores de energia. Em seus 15 anos de existência, ultrapassa 300 o número de grandes eventos realizados.

Na entrevista, Werlan narra curiosidades sobre a Nobel, traça planos futuros e ainda explica sua paixão pela música sertaneja e por seu closet de violões.

A seguir, a íntegra do Papo das Seis com o empresário Werlan Moura:

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