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Criança também foi baleada na execução em frente a motel, em Anápolis

Investigação do caso corre sob sigilo, mas a Polícia Civil já adiantou detalhe importante

Da Redação Da Redação -
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O estranho assassinato de Daniel de Siqueira Silva, de 34 anos, que ocorreu no final da tarde desta quarta-feira (06), nas proximidades de um motel do Jardim Arco Verde, na região Sudoeste de Anápolis, chama a atenção por detalhes que ainda não eram conhecidos.

O rapaz, que conforme a Polícia Civil, atuava como agiota, dirigia no momento em que foi executado um Voyage branco e estava acompanhado da esposa, Amanda Carolina de Souza, e a enteada de apenas três anos.

Dos disparos que acertaram fatalmente Daniel, dois atingiram de raspão a criança no braço e perna.

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Em estado de choque, a garotinha foi levada ao Hospital Estadual de Urgências de Anápolis Dr. Henrique Santillo (HUANA) e depois liberada.

A esposa de Daniel, que nada sofreu, disse ao delegado Cleiton Lobo que estava entretida usando o celular no momento em que tudo aconteceu e não conseguiu ver quem eram os ocupantes do veículos de onde os tiros saíram.

Ressaltando que a investigação corre sob sigilo, o titular da Delegacia de Homicídios não quis dar mais detalhes sobre o que a Polícia Civil já descobriu. No entanto, adiantou ter a informação da exata quantidade de pessoas que participaram do crime.

“O Daniel tinha passagem por crimes e a gente não sabe qual atividade ele estava desenvolvendo de fato. Se era só a agiotagem ou outras atividades ilícitas. E se esses empréstimos eram feitos apenas a pessoas de boa índole ou com passagem por tráfico ou crimes mais graves”, disse em entrevista ao radialista Marcelo Santos, da Manchester.

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