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Lucas Leite explica porque unidades de saúde estão superlotadas em Anápolis

(Foto: Danilo Boaventura)

Titular da Semusa também se pronunciou sobre a paralisação dos médicos anestesistas

O secretário Municipal de Saúde, Lucas Leite, convocou uma coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (21) para tratar sobre os problemas que têm afetado o hospital e outras unidades de saúde do município.

Segundo ele, existe um “estrangulamento” devido à uma redução de leitos no Hospital Estadual de Urgências de Anápolis (HUANA) e a demissão de médicos clínicos e especialistas da Santa Casa de Misericórdia.

Através de uma notificação da Prefeitura de Anápolis, o Estado chegou a realizar uma vistoria também nesta tarde no HUANA e constatou que 26 leitos, sendo seis da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), estão desocupados.

Com a situação, cerca de 90% dos pacientes internados no Hospital Municipal Jamel Cecílio estão segurando os leitos enquanto aguardam por cirurgias ortopédicas. Alguns precisaram até ser mandados para aguardar em casa.

Ainda conforme Lucas Leite, a UPA também não consegue drenar o número de pacientes que procuram por atendimento. Isso seria a explicação para as várias reclamações de superlotação dos últimos dias.

Em tempo

Ainda durante a entrevista, o secretário foi questionado sobre a greve dos médicos anestesistas em Anápolis e afirmou se tratar de uma ação ilegal.

A paralisação foi iniciada pela falta do pagamento de uma nota de R$84 mil, mas a Semusa alega também não ter recebido nenhum comunicado que profissionais iriam deixar os postos de trabalho.

Cirurgias emergenciais continuam sendo realizadas normalmente, mas a greve causou atraso nas cirurgias eletivas.

A reportagem do Portal 6 está em contato com a assessoria de comunicação da Fundação de Assistência Social de Anápolis (Fasa) para comentar a situação.

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