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O parque mais nostálgico de Anápolis será devolvido para população ainda neste ano

(Foto: Reprodução)

Em outros tempos, crianças, adultos e idosos passaram bons momentos passeando, se divertindo, brincando ou até mesmo namorando no local

Todos os espaços públicos são fundamentais para o bem-estar da população. Alguns, entretanto, estão associados a momentos de muita alegria na memória de cada um. É o caso do Central Parque da Juventude Onofre Quinan.

Após dez anos de abandono, o lugar mais nostálgico de Anápolis ganhou novos contornos com o processo de revitalização implementado pela Prefeitura. E a reforma do Central Parque foi dividida em etapas.

A primeira, consiste na recuperação da fonte e da cascata, que sempre encantaram os visitantes, mas estão desativadas há anos. Já a fase seguinte, e mais ampla, inclui serviço de jardinagem, instalação de equipamentos de ginástica e de um parquinho para as crianças.

Responsável pelas obras, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Habitação e Planejamento Urbano estima que a entrega completa ocorra em já em dezembro, antes das comemorações de Natal.

A recuperação da pista de caminhada e das estruturas de alvenaria, além da troca de lâmpadas incandescentes por LED também fazem parte da revitalização.

(Foto: Divulgação)

Histórico

O Central Parque foi construído na Vila Góis em torno de uma represa de captação de água do Ribeirão das Antas, que abasteceu a cidade até a década de 1970. Inaugurado em 1999, o local foi fechado para visitação em 2010 e somente no ano passado foi receber as primeiras intervenções.

Trabalho determinado pelo prefeito Roberto Naves e realizado pela Secretaria Municipal de Obras assegurou o desassoreamento do lago. Parceria entre várias pastas da atual gestão também permitiram ações pontuais como limpeza, podas e pequenas recuperações.

Enquanto o Central Parque não é entregue, o Portal 6 te convida para relembrar sete coisas que só quem visitava o local vai entender o que porquê da importância dele.

Fazer caminhada no fim de tarde

(Foto: Reprodução)

Nada melhor que sair do trabalho, colocar aquele short ou calça legging e caminhar por longos minutos com o amigo ou amiga. O tempo passa, a gordura queima, a gente nem percebe e só fica torcendo pro outro dia chegar e repetir tudo de novo.

Andar de trenzinho

(Foto: Pedro Henrique Santos)

O Central Parque contava com uma grande pista ao redor da mata. Toda criança e adolescente que ia ao local fazia questão, ou birra, para subir no famoso trenzinho. Você já andou?

Brincar no parquinho com outras crianças

(Foto: Reprodução)

Por muito tempo o final de semana era ponto de encontro da criançada no parquinho do Central Parque. Lá tinha de quase tudo: escorregador, mini-roda gigante, balanço, gira-gira e muito outros.

Dar uns beijinhos na gruta do ‘amor’

(Foto: Reprodução)

Sim, o Central Parque também pensou nos românticos. Lá tinha uma espécie de gruta, muito usada para o amor. Se você conheceu o local sabe bem do que a gente está falando. ?

Jogar pipoca para os peixes

(Foto: Reprodução)

Era proibido, mas ninguém resistia ver tanto peixinho naquele lago enorme e não jogar umas pipoquinhas só para ver eles subirem à borda. Já fez isso?

Nadar escondido dos guardinhas no laguinho das pedras

(Foto: Bruno Churuska)

Para crianças de até 12 anos tinha uma espécie de queda d’água artificial em que a meninada podia se refrescar. Porém, mais cobiçado era o laguinho encima das pedras onde a água era mais quentinha e proporcionava uma visão panorâmica de todo o parque. Lá, talvez pela altura, os guardinhas não deixavam ninguém nadar, mas…. tinha muita gente vida loka que desafiava as autoridades e ficava lá até ser colocada pra correr.

Fazer books fotográficos nas cachoeiras

(Foto: Reprodução)

As cachoeiras artificiais do parque eram uma atração à parte e serviam até de cenário para books de noivados e casamentos. Sempre teve gente que achava brega, mas quem tirava as fotos achava um máximo. Ficou para a história o clipe de um ex-vereador que passava na televisão. Ele com um óculos vermelho dançava com umas meninas em cima das pedras a música ♪♫♩ “Dança, dança, dança pra valer… um forró gostoso pra você. Eu estou aqui é para cantar e você aí é pra dançar”♪♫♩.

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