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UE abre investigação sobre produtos falsificados relacionados ao coronavírus

Máscaras, por exemplo, foram vendidas por cerca de três vezes o preço normal

Reguladores da União Europeia iniciaram uma investigação sobre as importações de produtos falsos, relacionados  novo ao coronavírus, que são ineficazes ou prejudiciais à saúde, informou o escritório europeu antifraude Olaf.

Os produtos já apreendidos incluem máscaras, dispositivos médicos, desinfetantes e kits de exames.

Máscaras falsificadas, inclusive para crianças, foram vendidas online nos países da União Europeia de cinco e 10 euros cada, cerca de três vezes o preço normal.

“Além de ineficazes contra o vírus, uma vez que os produtos também não cumprem as normas da UE, são potencialmente prejudiciais à saúde. Por exemplo, eles podem provocar uma contaminação bacteriana perigosa”, afirmou o escritório, em comunicado.

Os produtos falsificados entram na Europa por meio de vendas online e chegam, principalmente, por serviços de entrega ou pelo correio, mas também por contêineres com certificados falsificados ou declarados como outros produtos. Eles são encontrados em canais de distribuição normais ou no mercado negro.

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