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Esses são os partidos e políticos de Anápolis que mais devem dinheiro à Justiça Eleitoral

Levantamento do Portal 6 buscou as informações junto ao banco de dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional

Da Redação Da Redação -

Levantamento do Portal 6, feito com base no banco de dados público da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), listou os cinco partidos e também os políticos com a maior dívida referente à multas eleitorais em Anápolis.

Vale ressaltar que as infrações são contabilizadas e somadas no sistema até que o devido pagamento seja providenciado, através da Certidão de Quitação Eleitoral.

Partidos

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O ranking é liderado pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que tem uma dívida de pouco mais de R$ 27 mil, apenas em multas.

Em seguida, aparecem os demais agrupamentos políticos, todos com o mesmo débito de R$ 24.459,79.

São eles: Republicanos, Partido Humanista da Solidariedade (PHS), Partido Trabalhista Nacional (PTN) e o Partido Social Democrata Cristão (PSDC).

Políticos

Fora as legendas, figuras ligadas à partidos, como presidentes e ex-presidentes, também figuraram entre os principais devedores do município.

O maior de toda a lista (envolvendo partidos e pessoas) é André Martins da Costa Coda, com mais de R$ 2 milhões em dívida eleitoral.

Na segunda e terceira colocação aparecem: Anderson José da Silva, com R$ 170 mil e Brizia Cesário da Silva, com pouco mais de R$ 103 mil.

Selma Faustino Orechio e Dirval Pereira Borges fecham o top 5 com uma dívida de R$ 69 mil e R$ 30 mil, respectivamente.

Mais informações

No caso dos partidos, a dívida não impede a nomeação de novos candidatos. Mas a realidade é diferente quando se trata dos concorrentes em si.

Isso porque, enquanto houver um valor pendente, a candidatura é bloqueada. Uma das saídas é fazer um parcelamento do montante, a ser pago gradualmente durante uma eventual eleição.

Outro detalhe importante é que o pagamento das multas eleitorais eventualmente retorna para o mesmo âmbito político, funcionando quase como uma forma de ‘investimento’.

O valor é recolhido pelo Tesouro Nacional e, então, repassado ao Fundo Partidário, que o devolve para os partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Como já mencionado, os dados estão disponíveis publicamente no site da PGFN e podem ser acessados por qualquer cidadão, basta ter acesso à internet.

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