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Ala 2 de Anápolis inicia investigação após explosivo de guerra cair em quintal de idoso

Equipamento gera uma grande fonte de calor que procura desviar a atenção dos ataques inimigos

Caio Henrique Caio Henrique -

A Ala 2, antes conhecida como a Base Aérea de Anápolis, precisou se mobilizar no final da manhã desta sexta-feira (02) para investigar a aparição de um explosivo da Força Aérea Brasileira (FAB) na residência de um morador de Itaguaru, município da região Central de Goiás.

Foi o barulho da queda do material no quintal da casa que alertou o dono do imóvel, Divino Gomes, de 62 anos, que algo de estranho havia acontecido.

Ele então se dirigiu até o local, onde encontrou o equipamento, junto de um detonador.

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Assustado com as escritas informando se tratar de algo explosivo e inflamável, o idoso rapidamente acionou a Polícia Militar (PM) local, que identificou o dispositivo como parte do acervo da FAB e comunicou o acontecido à Ala 2.

Em nota, a unidade anapolina confirmou o episódio e disse se tratar de “dois estojos de flare utilizados por aeronaves da Força Aérea Brasileira“.

No comunicado, também foi informado o recolhimento do material e que um processo de investigações técnicas já está em andamento para determinar o que causou a situação.

Explosivo que foi encontrado no quintal da casa de Divino Gomes, morador de Itaguaru. (Foto: Reprodução)

Mas o que seria um “flare”?

O flare é um dispositivo de contramedida utilizado nas aeronaves, especialmente as da especialidade de caça, para proteger os aviões do ataque de mísseis infravermelho.

O equipamento gera uma grande fonte de calor que procura desviar a atenção dos ataques inimigos, que geralmente tem como alvo os motores das aeronaves, regiões com altas temperaturas.

Portanto, até o momento, a hipótese é de que o material foi acionado em algum treinamento, mas por algum motivo, não teve a ignição completa, caindo no perímetro urbano de Itaguaru.

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