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Defesa de Isabella Freire queria “absolvição sumária” e juíza de Anápolis disse não

Na mesma decisão, a magistrada do caso também designou o dia da audiência de instrução e julgamento, que ocorrerá ainda neste mês

Denilson Boaventura Denilson Boaventura -
Isabella Freira, em foto retirada após prisão. (Foto: Portal 6)

A juíza Nina Sá Araújo, da 1ª Vara Criminal, negou o pedido da defesa de Isabella Freire que solicitava a “absolvição sumária” da jovem, acusada de matar o próprio filho e ocultar o cadáver, colocando fogo em um lote baldio, no Residencial Cerejeiras, em Anápolis.

“Não verifico a existência de qualquer das causas de absolvição sumárias fixadas no artigo 397 do Código de Processo Penal, sendo que as questões relativas ao mérito serão analisadas em momento oportuno, por ocasião da conclusão da instrução criminal”, ressaltou no documento ao qual o Portal 6 teve acesso.

Na mesma decisão, a magistrada também designou audiência de instrução e julgamento para o próximo dia 28 de junho. Mais de dez testemunhas foram intimadas, incluindo o engenheiro Matheus Oliveira – apontado como pai do bebê e ex-namorado de Isabella.

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A jovem, que segue presa, participará do interrogatório, mas por videoconferência e diretamente da cadeia. Todos os convocados são obrigados a comparecer na audiência de instrução e julgamento. A única exceção é por motivos de saúde.

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