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A história de superação da anapolina que encarou desafios na Suécia e agora se tornou atleta profissional

Planos inicialmente eram outros, mas o talento logo chamou a atenção de treinador estrangeiro

Caio Henrique -
Alline se mudou para Suécia com outros planos, mas o talento na luta rapidamente chamou a atenção. (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)

Das ruas de Anápolis diretamente para os principais ringues da Suécia.

Essa é a trajetória de Alline Torquato, anapolina de 31 anos que realizará a primeira luta profissional de Artes Marciais Mistas (MMA) neste sábado (20).

Em entrevista ao Portal 6, a atleta contou como decidiu tentar a vida no país europeu e acabou se surpreendendo com o rumo que toda esta história tomou.

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Em 2016, já em solo estrangeiro, ela começou a treinar kickboxing de maneira casual, sem muita pretensão. Porém, o talento e empenho de Alline logo chamaram a atenção do treinador local.

De início, os treinos funcionavam com base em um acordo: ela acordava pouco antes das 06h para trabalhar na recepção da academia e seguia até às 08h. A partir daí, o profissional começava os ensinamentos e práticas da modalidade junto dela.

Contudo, o desempenho da anapolina superou todas as expectativas e a rotina logo foi adaptada para tempo integral.

Com apenas um ano de treino dedicado, ela já se aventurou na primeira luta amadora, da qual ganhou. Aí, como se diz em Goiás, “a porteira abriu”.

Desde então, Alline venceu 22 dos 28 embates amadores que disputou, garantindo, inclusive, o segundo e terceiro lugar nos dois únicos campeonatos que disputou até então.

Em 2021, ela investiu também nos treinos de Muay Thai, em conjunto com a prática do já conhecido kickboxing.

O repertório diversificado permitiu que ela alçasse voos maiores, que agora serão representados dentro das lutas profissionais de MMA.

“Eu luto porque amo o esporte, amo o desafio. O objetivo é sempre encarar desafios mais e mais difíceis”, destacou.

O grande sonho da lutadora é disputar o “One Championship”, um dos maiores nomes dentro do cenário da luta, junto do Ultimate Fighting Championship (UFC).

Entretanto, este desejo, assim como outras missões de carreira, adiam um possível retorno para “casa”.

Segundo ela, deve continuar por mais um tempo na Suécia, onde é “mais fácil de conciliar trabalho e carreira”.

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