Homem revela que foi demitido por fazer o que todos que trabalham nas empresas têm vontade

Cansado de receber tantas mensagens constantemente e ter que relatar suas atividades todos os dias e até fora do horário de expediente, ele resolveu tomar uma atitude drástica

Magno Oliver Magno Oliver -
(Foto: Reprodução)

Um homem espanhol foi demitido de seu trabalho em um hospital em Cádiz, na Espanha, depois de ter saído do grupo de WhatsApp da empresa criado pelo chefe.

De acordo com publicação do portal AS, na versão do funcionário, ele foi demitido por estar cansado de ser solicitado a enviar diariamente fotos e vídeos do que fazia na empresa o tempo todo.

A atitude por parte dos patrões em fiscalizar o que os funcionários estavam fazendo acabou gerando desgaste e promovendo que o profissional perdesse o interesse em trabalhar no lugar.

Depois de se remover do grupo, a empresa ainda tentou fazer pressão para que ele voltasse a participar das conversas e informativos no chat do aplicativo de mensagens.

Dada a recusa e sabendo que não podiam colocá-lo de volta sem o consentimento devido, ele acabou sendo desligado do hospital.

Tempos depois, o homem prestou queixa ao sindicato trabalhista alegando que “seus direitos foram violados” como trabalhador.

O artigo 20.bis do Real Decreto 2/201, por sua vez, tem a seguinte redação: “Os trabalhadores têm direito à privacidade na utilização dos dispositivos digitais que lhes sejam disponibilizados pela entidade empregadora, à desconexão digital e à privacidade na utilização de dispositivos de videovigilância e de geolocalização nos termos estabelecidos na legislação em vigor sobre proteção de dados pessoais e garantia dos direitos digitais”.

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