Congresso venezuelano aprova lei que autoriza Maduro a governar por decreto

O Congresso venezuelano, de maioria governista, aprovou neste domingo (15) a Lei Habilitante Anti-Imperialista, que autoriza o presidente Nicolás Maduro a governar por decreto em questões ligadas a segurança e defesa até o fim deste ano. O objetivo, segundo o governo venezuelano, é “assegurar a soberania e a paz do país", consideradas ameaçadas perante os Estados Unidos. A lei, enviada ao Congresso por Maduro, foi aprovada pela maioria em sessão extraordinária. Após a aprovação, parlamentares governistas fizeram a entrega simbólica da lei a Maduro no Palácio Miraflores, sede o Executivo venezuelano. Um dos quatro artigos do texto aprovado hoje dá ao presidente poderes para “reformar leis no âmbito da liberdade, igualdade, justiça e paz internacional, da independência, da soberania, da integridade territorial e da autodeterminação nacional”. A lei também fala em proteção do povo venezuelano da “ingerência de outros países” e da “atuação de entes econômicos transnacionais”. Na semana passada,...

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Papa sente que vai ficar pouco tempo no poder

O papa Francisco disse hoje (13), quando se completam dois anos de sua eleição, que tem a sensação de que o pontificado pode ser breve, de quatro ou cinco anos, mas desmentiu que se sinta "só e sem apoio". Em entrevista à cadeia de televisão mexicana Televisa, divulgada integralmente pela Rádio Vaticano, Francisco respondeu sobre a possível duração do pontificado, que encerra-se com a morte do papa ou com uma demissão. "Tenho a sensação de que o meu pontificado vai ser breve. Quatro ou cinco anos. Não sei. Ou dois ou três. Dois já se passaram. É uma sensação um pouco vaga que tenho, a de que o Senhor me escolheu para uma missão breve. Sobre isso, mantenho a possibilidade em aberto", afirmou. Para ele, Bento XVI, que foi o primeiro papa em sete séculos a renunciar ao cargo, em fevereiro de 2013, abriu a porta para os papas eméritos....

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Argentina vai fabricar drones para serem usados na área de defesa

Da Agência Lusa A Argentina vai fabricar drones para colocar a serviço do Ministério da Defesa. A informação foi divulgada nessa terça-feira (10) no Diário Oficial. O programa tem investimento inicial de US$ 238 milhões. O contrato para a fabricação de aviões não tripulados vai ser firmado entre o Ministério da Defesa e a Invap, empresa do Estado que desenvolve produtos tecnológicos complexos e que desenvolveu o primeiro satélite de comunicações da Argentina, lançado em outubro. O governo planeja usar os drones – que deverão ter autonomia de 12 a 20 horas – em barcos para buscas no mar. O projeto deverá ser concluído em 54 meses e inclui a construção de um protótipo e a fase de produção.

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