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Assassinato de imigrante em Anápolis repercute fortemente na imprensa de Portugal

Jornais abordam a brutalidade do homicídio e o fato de o autor do crime ainda não ter sido identificado

Avatar Danilo Boaventura -

O corpo do português Joaquim António Queirós Pinto, de 29 anos, foi trasladado para Portugal nesta segunda-feira (24). Ele foi morto com três tiros na cabeça no Jardim Arco Verde, região Sudeste de Anápolis na madrugada do último domingo (23).

O assassinato do emigrante não passou despercebido pela imprensa portuguesa. O Diário de Notícias, um dos principais impressos do país, destacou a ausência da autoria e motivação para o crime alegada pela Polícia Civil.

(Foto: Captura)

Já o Correio da Manhã abordou a angústia da família.

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“Permanecem as dúvidas porque não fazemos ideia do que aconteceu. Ele foi viver para o Brasil há quatro anos e desde aí que não voltou. Foi com a mulher e as filhas, mas entretanto estava a morar sozinho porque se separou”, disse Pedro Pinto, um dos quatro irmãos da vítima, ao jornal.

(Foto: Captura)

O Jornal de Notícias destacou a brutalidade do crime, que ocorreu em via pública e ainda não dispõe de testemunhas que deem mais informações para identificar a autoria.

(Foto: Captura)

Sepultar o corpo em terras portuguesas geral um custo alto para a família, que teve de desembolsar 11 mil euros somente para o traslado, mencionou o Observador, outro periódico lusitano.

Como adiantado pelo Portal 6, o caso está sob a responsabilidade do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Anápolis.

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