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Justiça dá vitória para creches e autoriza retomada em Anápolis, mas com regras

Estabelecimentos argumentaram que tudo já voltou, inclusive o trabalho dos pais que sem ter onde deixar as crianças estão correndo o risco de ficarem sem emprego

Denilson Boaventura Denilson Boaventura -

As creches e instituições particulares de educação infantil conseguiram uma liminar na Justiça para voltarem a funcionar em Anápolis. A decisão saiu na terça-feira (24) e foi proferida pelo desembargador Gerson Santana Cintra.

O magistrado acolheu os argumentos de que praticamente todas as atividades econômicas já retornaram na cidade e que muitos trabalhadores, sem onde deixar seus filhos pequenos de zero a cinco anos, estão correndo o risco de ficarem desempregados.

Mas consignou várias regras para os estabelecimentos, como a limitação de 30% da capacidade, o distanciamento de um metro para cada criança em sala de aula, uso obrigatório de máscara para aquelas acima de dois anos, máscaras faciais shield para todos os funcionários, dentre outras.

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“De outro turno, devo salientar que caberá ao critério avaliativo de cada família, decidir se devem ou não levar seus filhos para os ambientes de berçário e escola, escolhas estas que devem ser respeitadas, sem qualquer prejuízo para aqueles que preferem continuar na forma de aprendizado a distância”, frisou o desembargador.

Gerson Santana Cintra observou ainda que caso haja aumento expressivo de contaminação pela Covid-19 em Anápolis e o fechamento da cidade por parte das autoridades sanitárias, as instituições devem respeitar a decisão e suspender imediatamente as atividades.

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