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É impossível não se emocionar com a luta de garotinho com câncer em Anápolis

Drama do pequeno João Lucas se tornou conhecido a partir de gesto nobre do Corpo de Bombeiros

Caio Henrique -
(Foto: Arquivo Pessoal)

O anapolino João Lucas Fernandes dos Santos já acumula muitas histórias e conquistas na vida, apesar dos tão poucos 05 anos de idade.

E, agora, ele e a família precisam de toda a ajuda para continuar contando esta história da maior e melhor forma possível.

Quando tinha 02 aninhos, João foi diagnosticado com autismo e precisou dar início ao tratamento na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Anápolis.

Contudo, diversas dificuldades dentro do núcleo familiar acabaram fazendo com que o processo fosse interrompido e não mais retomado.

Uma destas adversidades foi um novo diagnóstico, em janeiro deste ano, que colocou mais um grande obstáculo na vida do pequeno: o enfrentamento ao câncer.

Desde então, o garoto e os familiares seguem fazendo o necessário para lidar com a leucemia, investindo em um tratamento especial no Hospital de Câncer Araújo Jorge, em Goiânia.

Lendo isso, muitos podem achar o fardo muito pesado para ser carregado, mas não é o caso de João Lucas.

Pouco tempo depois de descobrir a presença da doença maligna no organismo, a criança seguiu firme e conseguiu realizar um dos maiores sonhos: conhecer os militares do Corpo de Bombeiros.

Inclusive, com direito a surpresa na festa em comemoração ao aniversário de 05 anos, celebrado no início do mês de julho.

Na ocasião, ele se vestiu de bombeiro e foi passageiro de gala na famosa viatura da corporação. Todo o encontro foi gravado em um emocionante vídeo, que pode ser assistido a seguir.

 

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Pouco tempo depois, o menino também garantiu experiência no cargo de modelo, posando em diversas campanhas e publicações do próprio Hospital Araújo Jorge.

Entretanto, apesar dos infinitos exemplos de superação, João e a família ainda precisam do suporte e apoio de todos aqueles dispostos a ajudá-lo.

É o que contou a avó do garoto, Marly Rodrigues dos Santos, em entrevista exclusiva ao Portal 6.

A mulher, de 45 anos, detalhou que os custos para manter a rotina são muito altos. Um dos exemplos é o próprio transporte para a capital, que chega a se tornar insustentável, mesmo com a ajuda de parentes de lá.

“Gastamos muito com Uber, porque o pai trabalha e não dá para usar o carro. Então, o João sai muito debilitado da quimioterapia e não tem condições de realizar estes trajetos de outra forma”, lamentou.

Com a imunidade baixa e bem em meio à pandemia do novo coronavírus, a adoção do transporte público, por exemplo, é muito inviável.

Roupas, calçados, comida e medicamentos são outras preocupações que deixam a família em uma situação delicada.

Todos os interessados em ajudar podem contribuir através da chave pix da avó, criada especialmente para esta finalidade: CPF 777.962.331.91.

Porém, ela ressalta que existem várias outras formas de ajudar, além da contribuição financeira direta.

“A mãe do João quer muito encontrar um emprego, ela trabalha como confeiteira e precisa apenas de algumas adaptações, por conta da rotina de tomar conta do João”, explicou.

Uma destas condições seria uma maior flexibilidade no trabalho, como produzir os alimentos em casa, já que precisa sempre estar junto do garoto, especialmente nas viagens para a realização da quimioterapia em Goiânia.

Profissionais interessados em prestar algum auxílio no tratamento para autismo que teve de ser abandonado também são muito bem-vindos.

Doação de vestimentas é uma de outras várias formas de também apoiar e fazer a diferença na vida do pequenino.

Qualquer um com este, ou demais interesses, pode entrar em contato diretamente com a Marly, através do contato (62) 99298-8258.

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