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Secretária explica que data-base ficou fora da LOA 2022 para Goiás não romper o teto de gastos

Cristiane Schmidt esclareceu na Alego que, em caso de descumprimento, o Estado tem de arcar com multas

Pedro Hara -
Secretária prestou contas na Assembleia nesta quarta-feira (13) Foto: Hellen Reis/Alego

Em prestação de contas na Assembleia Legislativa (Alego), a secretária de Estado da Economia Cristiane Schmidt explicou porque não foi possível incluir data-base aos servidores no projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2022. 

A titular da pasta esclareceu que Goiás conta com o teto de gastos e que, caso não seja cumprido, tem de arcar com multas. Por isso, conforme Cristiane Schmidt , serão realizados apenas concursos, progressões e promoções que constem no projeto original. 

De acordo com o jornal O Popular, a LOA será votada pela primeira vez no governo Caiado com superávit ao invés de déficit. A tramitação do projeto começou nesta semana na Alego e a previsão é de que seja votado em Plenário até o dia 15 de dezembro.

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A estimativa é de que os servidores tenham R$ 169 milhões em benefícios. Além disso, oito concursos também estão previstos. 

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