Não é nada animadora a notícia para quem paga conta de energia em Goiás

Níveis de hidrelétricas continuam baixos em todas as regiões do país

Karina Ribeiro -
Imagem de boleto de conta de energia. (Foto: Reprodução)

O baixo nível dos reservatórios do sistema hidrelétrico levou ao acionamento das usinas termelétricas para produção de energia elétrica. – sistema operacional que pode ser até cinco vezes mais caro.

Essa alteração é observada pelo consumidor com a bandeira tarifária vermelha, cuja última alteração, feita em 31 de agosto de 2021, atingiu R$ 14,20 por kwh.

Mas como acontece todos os anos, a tendência era de que, com a chegada do período chuvoso, essa conta diminuísse para o consumidor.

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Entretanto, conforme dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), os subsistemas Centro-Oeste/Sudeste ainda estão com níveis baixos.

Até na quinta-feira (05), Furnas contava com volume útil de 20,13% e Itumbiara, por exemplo, apenas 13,11%.
Esses percentuais aliados a poucos investimentos no setor, a notícia não é nada animadora.

Como adiantou ao Portal 6, o especialista e doutor em engenharia elétrica e professor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Enes Marra.“A perspectiva é de que o aumento da energia siga de 3% a 5% acima da inflação nos próximos cinco anos”, concluiu.

Nessa toada, caso não haja nenhuma interferência, a previsão é de que a bandeira tarifária vermelha continue como componente ingrato na conta do consumidor até abril de 2002.

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