PF identifica suspeito de destruir relógio do século XVII e ele seria morador de Goiás
Objeto, que foi presente da corte francesa a Dom João VI, foi muito danificado pelo ato de vandalismo do homem flagrado na câmera
A Polícia Federal identificou como Cláudio Emanoel da Silva Gomes o suspeito de destruir o relógio Balthazar Martinot, peça do século XVII, que chegou ao Brasil com Dom João VI, em 1808.
Informações divulgadas primeiro pela CNN apontam que o homem é morador de Catalão, cidade da região Sudeste de Goiás.
Ele teria ido a Brasília para participar dos atos golpistas do dia 08 de janeiro de 2023. O circuito interno do Palácio do Planalto flagrou o momento em que ele quebra a peça histórica. Ele também tenta atingir as câmeras, mas não consegue destrui-las.
- Idoso desaparecido é encontrado morto dentro de cisterna em Anápolis
- Justiça aponta fiação solta como causa de acidente que matou adolescente em Anápolis e rejeita tese da Equatorial de que ele poderia estar sob efeito de drogas
- MPGO publica edital para concurso público com salário inicial de R$11.892,79
Cláudio Emanoel ainda não foi preso, mas as investigações para localizá-lo continuam.
O objeto foi presente da corte francesa ao então imperador de Brasil e Portugal. Para tentar recuperá-lo, a embaixada da Suíça tem negociado para que uma relojoaria do país europeu, especializada em objetos históricos, faça o restauro.







