Impasse entre sindicatos pode adiar reajuste salarial dos servidores de Anápolis
Servidores se reuniram em assembleia conjunta na manhã desta terça (24), mas não foi concordância por parte de todos

A definição do reajuste salarial para servidores de Anápolis ainda pode levar alguns dias. Isso porque não houve consenso entre as quatros entidades representativas sobre a proposta apresentada na noite segunda-feira (23) pelo prefeito Márcio Correa.
Em assembleia promovida nesta terça-feira (24), membros do Sindicato dos Trabalhadores Em Estabelecimentos de Ensino de Anápolis e Região (Sinteea) e do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde no Estado de Goiás (Sindsaúde) toparam a data-base de 4,26%.
Ambos também concordaram com a proposta de reajuste em duas etapas, com 2,26% já na folha de março e outros 2% em agosto.
Entretanto, o Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos Municipais de Anápolis (SindiAnápolis) e o Sindicato dos Professores da Rede Municipal de Ensino de Anápolis (Sinpma) não concordaram com a proposta e pedem renegociação dos termos.
Segundo apurado, os professores da rede municipal, representados pelo Sinpma, cobram que o reajuste siga o Piso Nacional do Magistério, em 2026 em 5,4%. Já os servidores que compõem SindiAnápolis, concordam com o reajuste de 4,26%, mas não com a vigência proposta.
O objetivo do SindiAnápolis é que a correção do piso já ocorra integralmente a partir de março, ou então, se dividido, que a segunda parcela seja incidida já no mês de abril.
Quanto ao retroativo de janeiro de 2025, ainda não pago, todos os sindicatos concordaram com a proposta de parcelamento.
A Assembleia conjunta, que reuniu as quatros entidades classistas, ocorreu na manhã desta terça-feira (24), em frente a Prefeitura, na parte de baixo do viaduto Deocleciano Moreira Alves.
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