A moto barata que faz até 150 km com um tanque e não precisa de CNH para dirigir
Ciclomotores de 50 cilindradas ganham espaço no Brasil pela economia, mas regras mudam e exigirão habilitação em 2026

Nos últimos anos, muitos brasileiros passaram a buscar alternativas mais econômicas para se locomover nas cidades. Nesse cenário, os ciclomotores de até 50 cilindradas, popularmente conhecidos como “motos que não precisam de CNH”, ganharam destaque por unir baixo custo, praticidade e consumo reduzido.
Além disso, modelos como a Shineray Phoenix S se tornaram populares justamente por atender a quem precisa de um veículo simples para o dia a dia. Com mecânica básica e estrutura leve, essas motos funcionam bem em trajetos curtos, como ir ao trabalho, estudar ou resolver tarefas urbanas.
Moto barata chama atenção pela economia e autonomia
Um dos principais atrativos desses veículos está no consumo de combustível. Em condições normais, alguns modelos conseguem rodar até 150 km com um único tanque, dependendo do estilo de condução e do trânsito.
Além disso, os ciclomotores oferecem manutenção simples e custo reduzido. Como possuem menos componentes complexos do que motocicletas maiores, o valor de revisões e peças costuma ser mais baixo.
Por isso, muitos trabalhadores, estudantes e entregadores adotaram esse tipo de transporte como solução prática e econômica.
Outro ponto que favorece a popularidade envolve o tamanho compacto. Com dimensões menores, esses veículos facilitam manobras e estacionamento em áreas urbanas, o que ajuda no deslocamento em cidades com trânsito intenso.

(Foto: Divulgação/Shineray Phoenix S)
Moto sem CNH vai deixar de existir?
Apesar da fama de “moto sem CNH”, essa realidade está com os dias contados. A partir de 1º de janeiro de 2026, a legislação brasileira passará a exigir habilitação para conduzir ciclomotores.
Nesse caso, o condutor precisará ter:
- ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor), ou
- CNH categoria A
Além disso, os veículos também deverão ter registro e emplacamento, seguindo regras semelhantes às motocicletas convencionais.
Portanto, a ideia de que essas motos não exigem habilitação tende a desaparecer. Com isso, o objetivo das novas regras é aumentar a segurança no trânsito e padronizar a fiscalização.

(Foto: Divulgação/Shineray Phoenix S)
Vale a pena investir nesse tipo de moto?
Mesmo com as mudanças, os ciclomotores continuam sendo uma opção interessante para quem busca economia e praticidade. No entanto, será fundamental se adaptar às novas exigências legais para evitar multas e problemas.
Assim, quem pretende comprar ou já possui esse tipo de veículo deve se regularizar, obter a habilitação adequada e acompanhar as orientações dos Detrans.
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