O que você deve fazer ao chegar em casa para não levar energias ruins da rua, segundo o Feng Shui

Pequenos hábitos na entrada de casa podem mudar a forma como o ambiente acolhe quem chega depois de um dia intenso

Layne Brito -
você deve fazer ao chegar em casa para não levar energias ruins
(Imagem: Ilustração/IA)

Depois de um dia cheio, chegar em casa costuma ser sinônimo de descanso. No entanto, para o Feng Shui, esse momento representa mais do que apenas atravessar a porta e largar os objetos em qualquer canto.

A prática milenar chinesa, baseada na organização dos ambientes e no fluxo de energia, entende a casa como um espaço que absorve sensações, movimentos e intenções.

Por isso, aquilo que vem da rua também pode influenciar o clima interno do lar.

Segundo essa visão, a primeira atitude ao chegar em casa deve ser simples: fazer uma pequena “pausa de transição” antes de entrar de vez na rotina doméstica.

Isso inclui tirar os sapatos, guardar bolsas e chaves em locais adequados e evitar acumular objetos logo na entrada.

No Feng Shui, a porta principal é considerada uma das áreas mais importantes da casa, pois funciona como ponto de entrada da energia.

Assim, quando esse espaço está bagunçado, escuro ou bloqueado, a circulação pode ficar pesada e afetar a sensação de acolhimento.

Tirar os sapatos ao chegar é uma das recomendações mais citadas por especialistas da prática.

Além da questão de higiene, o gesto simboliza deixar do lado de fora o cansaço, a pressa, os conflitos e a energia acumulada durante o dia.

Outra orientação é lavar as mãos e, se possível, o rosto.

O ato funciona como uma limpeza simbólica e ajuda a marcar a passagem entre o ambiente externo e o espaço íntimo da casa.

Também vale manter a entrada bem iluminada, arejada e livre de excesso de itens.

Um tapete limpo, uma planta bem cuidada ou um aroma suave podem reforçar a sensação de proteção e boas-vindas.

Para quem segue o Feng Shui, o mais importante não é criar um ritual complexo, mas estabelecer um hábito consciente.

Ao chegar em casa, a ideia é desacelerar, organizar o que veio da rua e permitir que o lar seja percebido como um lugar de refúgio.

No fim, o gesto principal é menos místico do que parece: antes de levar o dia para dentro de casa, pare por alguns segundos, respire e deixe a entrada preparada para receber apenas o que faz bem.

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Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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