Aos 2 anos, menina dos Estados Unidos com QI de 146 nomeia elementos da tabela periódica, identifica os 50 estados americanos e entra para sociedade dos mais inteligentes do mundo

Kashe Quest chamou atenção pela memória, curiosidade e capacidade de aprendizado muito acima do esperado para a idade

Gabriel Yure Gabriel Yuri Souto -
Kashe Quest, menina dos Estados Unidos com QI de 146, entrou para a Mensa aos 2 anos após surpreender com habilidades incomuns. (Foto: Reprodução)
Kashe Quest, menina dos Estados Unidos com QI de 146, entrou para a Mensa aos 2 anos após surpreender com habilidades incomuns. (Foto: Reprodução)

Enquanto muitas crianças de 2 anos ainda estão ampliando o vocabulário e aprendendo pequenas tarefas do dia a dia, Kashe Quest já surpreendia a família com uma capacidade incomum de absorver informações.

Moradora de Los Angeles, nos Estados Unidos, a menina passou a chamar atenção ainda bebê. Por volta de 17 meses, já reconhecia o alfabeto, números, cores e formas geométricas.

A mãe, Sukhjit Athwal, que atua na área da educação, percebeu que o desenvolvimento da filha fugia do padrão. Por isso, começou a registrar os avanços da menina e buscou avaliação especializada.

O teste confirmou aquilo que a família já desconfiava. Kashe alcançou 146 pontos de QI, resultado muito acima da média, e entrou para a American Mensa, uma das sociedades de alto QI mais conhecidas do mundo.

O que a menina já sabia fazer

A lista de habilidades impressionou especialistas e curiosos. Aos 2 anos, Kashe conseguia contar até 100, identificar os 50 estados americanos no mapa e reconhecer elementos da tabela periódica.

Além disso, ela demonstrava interesse por espanhol e linguagem de sinais. O que mais chamava atenção, porém, não era apenas a memorização.

Segundo os relatos da família, a menina aprendia rápido e logo tentava aplicar o que descobria. Dessa forma, a curiosidade se tornou uma das principais marcas do desenvolvimento dela.

Apesar da repercussão, os pais afirmam que tentam preservar a infância da filha. A ideia não é transformar a inteligência em pressão, mas oferecer estímulos conforme o interesse natural da criança.

O caso também reacendeu o debate sobre superdotação infantil. Afinal, especialistas lembram que o cérebro ainda está em pleno desenvolvimento nessa idade, e o acompanhamento adequado faz diferença.

Ainda assim, a entrada de Kashe na Mensa colocou a menina em destaque mundial. Mais do que um recorde, a história mostra como algumas crianças podem apresentar sinais de altas habilidades muito cedo, exigindo atenção, acolhimento e equilíbrio da família.

Siga o Portal 6 no Google News e fique por dentro de tudo!

Gabriel Yure

Gabriel Yuri Souto

Formado em Marketing, é especialista em SEO e estratégias de crescimento de audiência. Atua na produção de conteúdo digital, com foco em posicionamento nos mecanismos de busca, análise de desempenho e desenvolvimento de pautas orientadas por dados.

Você tem WhatsApp ou Telegram? É só entrar em um dos grupos do Portal 6 para receber, em primeira mão, nossas principais notícias e reportagens. Basta clicar aqui e escolher.

+ Notícias