Caso de adolescente goiana desaparecida na França mobiliza família e segue sem respostas
Enquanto as buscas continuam, familiares seguem mobilizados nas redes sociais e pedem que qualquer informação seja compartilhada com a polícia

Desde o desaparecimento da adolescente goiana Alice Oliveira, de 16 anos, na última quarta-feira (22), a família segue sem qualquer informação concreta sobre o paradeiro da jovem.
Alice mora na França há cerca de quatro anos e trabalha como babá. Segundo os familiares, ela saiu para o trabalho normalmente, mas não apareceu no horário em que encontraria o pai em uma estação de trem para retornar para casa. Desde então, não respondeu ligações nem mensagens.
Nas redes sociais, a irmã dela, Ana Oliveira, também contou que a espera por respostas tem sido ainda mais difícil por causa do sobrinho de Alice.
“Meu filho pequeno pergunta pela tia todos os dias e chora. É muito difícil”, desabafou.
Ela ainda pediu compreensão por não conseguir responder todas as mensagens recebidas e agradeceu a mobilização de pessoas no Brasil e na França.
“Agora é continuar divulgando, orar e pedir para Deus que ela volte para casa e esteja bem. Quero agradecer a todo mundo que está compartilhando e ajudando de alguma forma”, afirmou.
Em conversa com o Portal 6 neste domingo (26), afirmou que nenhuma informação nova foi repassada pelas autoridades francesas até o momento.
“Não temos atualizações até o momento. A polícia nos disse que só pode nos informar algo amanhã”, relatou.
A família também acredita que Alice possa estar junto da amiga Maria de Fátima Pina Monteiro, natural de Cabo Verde, desaparecida um dia antes.
Conforme a irmã, o último sinal do celular da adolescente foi rastreado pela polícia, mas, quando os familiares chegaram ao local indicado, ela já não estava mais lá.
“A última mensagem foi para o meu pai, dizendo que estava esperando o trem. Depois disso, não tivemos mais nenhum contato”, contou.
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