Adeus, coifa tradicional: nova moda chega às cozinhas e aposenta tendência que marcou os anos 2000
Equipamento que durante anos dominou os projetos de cozinha começa a perder protagonismo para uma solução mais discreta e integrada

Durante anos, a coifa tradicional virou símbolo de cozinha moderna. Grande, aparente e muitas vezes feita de inox, ela ocupava um lugar de destaque sobre o fogão ou cooktop.
Agora, porém, os projetos de 2026 caminham para outra direção. A tendência é esconder cada vez mais os equipamentos e deixar a cozinha com uma aparência contínua e organizada.
Nesse cenário, ganham espaço as coifas embutidas, retráteis e integradas ao cooktop. Elas mantêm a função de controlar fumaça, gordura e odores, mas aparecem menos no ambiente.
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A intenção é esconder
A principal mudança está no visual.
Em vez de deixar um equipamento grande suspenso sobre o fogão, alguns projetos incorporam o sistema à marcenaria. Assim, a coifa fica praticamente escondida dentro de um armário ou nicho.
Outra opção coloca o sistema diretamente na bancada. Nesse caso, o equipamento pode ficar embutido ou subir apenas durante o preparo dos alimentos.
Essa solução combina com a busca por cozinhas mais minimalistas. Além disso, funciona especialmente bem em ambientes integrados, nos quais a cozinha divide espaço com a sala.

(Imagem: Reprodução)
Tecnologia ocupa menos espaço
Os novos sistemas também mudam a relação entre estética e funcionalidade.
Alguns cooktops já reúnem as áreas de cocção e de sucção em uma única peça. O sistema capta os vapores próximos à fonte e mantém a bancada com aparência mais limpa.
Há ainda modelos retráteis. Eles permanecem escondidos quando não estão em uso e aparecem apenas durante o preparo da comida.
Com isso, a cozinha ganha uma aparência menos carregada. Ao mesmo tempo, o morador mantém um equipamento específico para reduzir fumaça, gordura e odores.
A coifa tradicional acabou?
Não exatamente.
A coifa aparente continua sendo uma opção funcional. Além disso, ela pode combinar muito bem com cozinhas maiores ou projetos que usam o equipamento como elemento decorativo.
A diferença está na proposta.
Em ambientes com marcenaria planejada e integração entre cozinha e sala, muitos projetos buscam esconder os equipamentos. Por isso, as versões embutidas e integradas ganham espaço.
A escolha, porém, não deve considerar apenas a aparência. O sistema precisa ter capacidade adequada para o tamanho da cozinha e para a frequência de uso do fogão. Também é importante verificar as condições de instalação e a possibilidade de usar duto para a saída do ar.
Assim, a nova tendência não significa o fim da coifa. Ela mostra uma mudança na forma de incorporá-la ao ambiente: menos destaque visual e mais integração com a própria cozinha.
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