Cinco vereadores de Anápolis tentam chegar à Alego ou à Câmara Federal
Cinco vereadores disputam vagas na Alego e na Câmara dos Deputados, eventual vitória pode abrir espaço para suplentes no Legislativo municipal

A eleição deste domingo (4) pode provocar mudanças também na Câmara Municipal de Anápolis.
Cinco vereadores da atual legislatura concorrem a cargos de deputado e, se vencerem e deixarem o mandato para tomar posse, abrirão espaço para suplentes, candidatos que ficam na lista de espera.
Jean Carlos (PL) é o único do grupo que disputa uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Já João da Luz (Cidadania), Policial Federal Suender (PL), Professor Alex Martins (PP) e Wederson Lopes (União Brasil) tentam chegar à Câmara dos Deputados.
As cinco candidaturas estão deferidas.
Jean Carlos e Suender foram eleitos pelo PL em 2024. Hélio Araújo (PL), que recebeu 2.602 votos e ficou como primeiro suplente da legenda, é o primeiro nome para assumir caso uma das cadeiras fique vaga.
Se os dois vencerem a eleição, a segunda substituição exige atenção.
Pedro Pôncio recebeu 1.125 votos pelo PL em 2024 e aparecia na sequência da lista de suplentes. Entretanto, ele deixou o partido e disputa as eleições de 2026 pelo Novo, em São Paulo.
Segundo o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o suplente que troca de partido perde o direito de assumir uma vaga conquistada pela legenda anterior.
Com isso, Herbert Lopes, que teve 747 votos e ainda aparecia ligado ao PL em março, surge como o próximo nome da lista, desde que mantenha os requisitos necessários no momento de uma eventual convocação.
Nos demais casos, Uesnei da Reciclagem (PP), com 1.414 votos, pode ocupar a vaga de Alex Martins. Para João da Luz, a primeira suplente da Federação PSDB-Cidadania é Dra. Marcela Pimenta, com 1.558 votos.
Já a eventual saída de Wederson Lopes abre caminho para Albenzio Vento, suplente do União Brasil que recebeu 1.723 votos, apenas dois a menos que o vereador eleito.
A mudança não ocorre automaticamente com o resultado. A Constituição impede que deputados acumulem outro mandato eletivo a partir da posse.
Assim, a substituição acontece quando o vereador deixa a Câmara Municipal para assumir o novo cargo.
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