Thiago Andrade, que se mudou do Pará para Goiás, responde: com um salário mínimo dá para viver em Goiânia?
Conhecido por mostrar a rotina nas redes sociais, jovem revelou os gastos mensais com moradia, alimentação e até a cervejinha

Conhecido por compartilhar a rotina no Instagram e no TikTok, o paraense Thiago Andrade, que se mudou para Goiás, viralizou com mais um vídeo ao responder uma pergunta: com um salário mínimo dá para viver em Goiânia?
Para mostrar a própria realidade, o criador de conteúdo detalhou quanto desembolsa por mês com aluguel, contas, alimentação e lazer. Mesmo descrevendo a vida que leva como simples, as despesas apresentadas somam R$ 2.250.
O valor supera em R$ 629 o salário mínimo nacional, atualmente de R$ 1.621. Ou seja, para manter a rotina relatada por Thiago, uma pessoa que recebe o piso precisaria de uma renda extra para fechar as contas.
Na gravação, ele conta que mora em uma kitnet com três cômodos pequenos: sala, cozinha e quarto. O aluguel custa R$ 790 e já inclui a energia elétrica. Segundo o paraense, a localização é boa e permite ficar perto de tudo de que precisa.
A escolha do imóvel também trouxe uma economia. Antes da mudança, ele pagava R$ 1.250 de aluguel, ou seja, R$ 460 a mais por mês.
“Faz três meses que estou morando nessa kitnet, mas antes eu pagava R$ 1.250, então diminuiu bastante no bolso, hein?”, comenta.
Além do aluguel, Thiago paga R$ 110 pela internet e R$ 150 pela água. A conta de água, inclusive, é motivo de reclamação: ele considera que o valor deveria ser menor, pois passa pouco tempo em casa.
Já a alimentação consome R$ 900 mensais. São R$ 700 para as compras de supermercado e outros R$ 200 reservados para a carne, comprada separadamente.
Na lista, também entram os momentos de diversão. O paraense conta que destina cerca de R$ 300 por mês aos pedidos pelo iFood e à cervejinha, aproveitando os barzinhos da capital.
“E também não somos robôs, tem que tirar um tempo para se divertir”, afirma.
Mesmo retirando esses R$ 300 do orçamento, as demais despesas chegam a R$ 1.950. Assim, ainda faltariam R$ 329 para cobrir os gastos com moradia, água, internet e alimentação usando apenas um salário mínimo.
Ao final, Thiago ressalta que aquela é a própria realidade e que outras pessoas vivem de maneira diferente, conforme as condições financeiras. Sobre conseguir manter a rotina na capital com um salário mínimo, a resposta é direta: “Dá para sobreviver, mas viver não”.
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