“Vamos com calma, Goiás”: influenciador anapolino abre o jogo sobre ansiedade antes de estrear peça em Goiânia

Bomtalvão chamou atenção há alguns dias ao dizer que estava sendo boicotado após declarar apoio eleitoral

Natália Sezil Natália Sezil -
Influenciador, Bomtalvão desabafou sobre o que sente ao se apresentar em Goiânia anos depois de sair de Anápolis.
Influenciador, Bomtalvão desabafou sobre o que sente ao se apresentar em Goiânia anos depois de sair de Anápolis. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O influenciador Lucas Montalvão, conhecido como Bomtalvão, abriu o jogo sobre a ansiedade que está sentindo antes de estrear uma peça de teatro em Goiânia.

Ele chamou atenção na última quinta-feira (08) ao dizer que estava sendo boicotado após declarar apoio eleitoral na disputa à Presidência da República.

Agora, explicou qual é a sensação de voltar para o próprio estado em uma posição muito diferente da que vivenciou ao longo da infância e juventude.

O influenciador desabafou que sempre sentiu que não era muito apoiado em Anápolis, mas que fica feliz em poder retornar e se apresentar diante de uma plateia cheia.

O show que acontece nesta sexta-feira (09) no Teatro da PUC é o nono na turnê de “Meu nome não é Bomtalvão”, que já estreiou em São Paulo, São Bernardo do Campo e Campinas. Depois disso, ele ainda tem mais sete datas pelo país.

Lucas explicou que às vezes se pergunta “se é verdade”, e se questiona: “será que não estou sonhando?”. O sentimento acaba virando dúvida quanto à motivação das pessoas que compraram ingressos.

“Fico com aquele pensamento intrusivo de ‘nossa, está lotado, as pessoas estão indo me assistir. Mas será que estão indo porque gostam de mim ou estão só esperando um deslize, um erro?'”, comentou, “vamos com calma, Goiás”.

Para Bomtalvão, o “mais bizarro” é ver a mudança nas pessoas ao longo dos anos. Ele conta que vários colegas passaram pela vida dele fazendo bullying, mas atualmente pagam para vê-lo e mandam mensagens relatando a expectativa.

Ele abriu o coração: “o que mais me choca é que eu sempre quis ser ouvido. E quando eu era criança e muito mais jovem, as pessoas nunca me ouviam. Hoje em dia eles estarem pagando para ir me ver me dá um ‘tilt’ na cabeça, sabe?”, finalizou.

 

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Natália Sezil

Natália Sezil

Chegou no Portal 6 como estagiária de jornalismo e foi promovida a repórter. Apaixonada por boas histórias, gosta de ouvir as pessoas, entender contextos e transformar relatos em narrativas que informam e conectam o público.

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