Pescadores passam 3 horas tentando capturar peixe gigante de 571 kg e conseguem retirá-lo do mar
Animal de 3,3 metros surpreendeu a tripulação, danificou a embarcação e protagonizou uma captura histórica nos Estados Unidos

Uma pescaria em alto-mar terminou com uma surpresa para um grupo de pescadores que passou três horas tentando capturar um peixe gigante de 571 kg.
O animal, encontrado na costa de Massachusetts, nos Estados Unidos, era tão grande que, inicialmente, a tripulação acreditou ter fisgado um tubarão.
A captura aconteceu no dia 19 de agosto de 2026, a aproximadamente 160 quilômetros da costa americana.
O responsável pela pescaria era o capitão Damon Sacco, que estava acompanhado de Walter Chapman a bordo da embarcação Castafari.
Ao perceberem a força do animal, os pescadores começaram uma disputa que se prolongou por horas. A cada tentativa de aproximá-lo do barco, o peixe oferecia resistência e dificultava o trabalho da equipe.
Além disso, durante a movimentação, o bico comprido e pontiagudo do animal chegou a atingir a parte traseira da embarcação, provocando pequenos buracos na estrutura.
Somente depois de conseguirem dominar o peixe, os pescadores descobriram que se tratava de um marlim-azul, espécie conhecida pelo tamanho impressionante e pela força que apresenta quando é fisgada.
O animal media aproximadamente 3,3 metros de comprimento e pesava cerca de 571 quilos.
As dimensões chamaram a atenção de quem acompanhou a chegada da embarcação ao porto de Falmouth, onde uma multidão se reuniu para observar a pesagem.
De acordo com informações divulgadas pela Associated Press, a captura pode representar o maior marlim-azul já fisgado na Costa Leste dos Estados Unidos.
Apesar do tamanho, o exemplar não conseguiu superar o recorde mundial da espécie no Atlântico, que pertence a um brasileiro. Em 1992, Paulo Roberto Amorim capturou um marlim-azul de aproximadamente 636 quilos no litoral do Espírito Santo.
Outro detalhe que chamou a atenção foi a localização do animal. Isso porque o marlim-azul costuma frequentar águas tropicais e subtropicais, enquanto a região da captura apresenta temperaturas mais baixas.
Após a pescaria, parte do peixe foi distribuída entre familiares e conhecidos de Chapman.
Já a cabeça do animal foi encaminhada para pesquisadores da Universidade do Maine, que passaram a estudar sua idade, estimada inicialmente entre 25 e 30 anos.
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