UFG conta com 13 pesquisadores entre os mais influentes do mundo; veja quem são

Profissionais integram áreas de biologia, física, química e odontologia, entre outras

Natália Sezil Natália Sezil -
José Diniz-Filho, Edgardo Latrubesse e Erika Silveira estão entre os pesquisadores mais influentes da UFG, segundo levantamento da Universidade de Stanford.
José Diniz-Filho, Edgardo Latrubesse e Erika Silveira estão entre os pesquisadores mais influentes da UFG, segundo levantamento da Universidade de Stanford. (Foto: Reprodução)

A Universidade Federal de Goiás (UFG) contou, pelo segundo ano consecutivo, com mais de 10 pesquisadores entre os mais influentes do mundo. Foram 12 no ranking de 2026.

O levantamento é produzido pela Universidade de Stanford a partir de dados da plataforma Scopus, da editora Elsevier, e é reconhecido pela comunidade científica mundialmente.

São analisados mais de 200 mil cientistas globalmente, a partir de alguns parâmetros diferentes. Eles medem citações em trabalhos acadêmicos, produtividade e o impacto da carreira, seja ao longo de toda a vida ou durante o último ano.

Em 2025, a UFG tinha conseguido elencar 15 profissionais na lista dos 2% mais relevantes. Em 2024, foram nove. Alguns conseguiram se manter nas posições, mas também houve nomes novos.

Cinco dos 12 pesquisadores deste ano apareceram duplamente, com a importância reconhecida tanto no último ano quanto pela carreira.

Conheça os pesquisadores

José Alexandre Diniz-Filho é o primeiro nome da lista. Ele é professor do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) desde 1994, já foi Pró-Reitor de Pós-Graduação da UFG e estuda ecologia e genética.

Edgardo Manuel Latrubesse é docente do curso de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (CIAMB). Pesquisa há mais de 20 anos sistemas fluviais e mudanças globais.

Luis Mauricio Bini também leciona no ICB, com experiência na área de ecologia. Estuda especialmente reservatórios, ecologia de comunidades e planície de inundação.

Carlos Estrela é professor no Programa de Pós-Graduação em Odontologia da UFG. Pesquisa perspectivas em odontologia clínica e desempenho de materiais odontológicos, dentro da endodontia.

Paulo de Marco Júnior é mais um nome do ICB. Como outros colegas, o docente também foca os estudos na ecologia, especialmente na conservação da biodiversidade.

Alejandro Luquetti Ostermayer compõe o corpo docente do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP). Já aposentado, atua em imunologia e parasitologia, em particular na doença de Chagas.

Wendell Karlos Tomazelli Coltro está atualmente na Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação, mas é do Instituto de Química (IQ). Pesquisa química analítica e desenvolve, entre outros, a separação de moléculas a partir da impressão 3D.

Outros nomes

A partir de outros parâmetros, José Diniz-Filho, Edgardo Latrubesse, Paulo Júnior, Carlos Estrela e Wendell Coltro aparecem novamente em relevância. Outros cinco nomes somam a essa nova lista.

Erika Aparecida Silveira é professora do Programa de Pós-Graduação em Nutrição e Saúde (Fanut). Pesquisa especialmente diagnóstico e intervenção nutricional.

Adolfo Franco Júnior é docente no Instituto de Física (IF), com experiência na área de física da matéria condensada e materiais.

Carolina Horta Andrade compõe a Faculdade de Farmácia (FF) e é líder do Laboratório de Planejamento de Fármacos e Modelagem Molecular (LabMol), além de coordenadora de projetos no Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia), do Instituto de Informática (INF).

Jadson Diogo Pereira Bezerra é mais um professor do IPTSP, onde coordena o grupo de pesquisa em Taxonomia, Ecologia e Biotecnologia de Fungos do Cerrado.

Por fim, Cláudio Rodrigues Leles é do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO) e de Ciências da Saúde. Estuda prótese e implante.

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Natália Sezil

Natália Sezil

Chegou no Portal 6 como estagiária de jornalismo e foi promovida a repórter. Apaixonada por boas histórias, gosta de ouvir as pessoas, entender contextos e transformar relatos em narrativas que informam e conectam o público.

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