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“Cenário catastrófico que a gente não quer ver”, alerta infectologista sobre colapso na saúde de Anápolis

Da Redação Da Redação -
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Número crescente de casos, leitos ocupados com maior intensidade e uma situação de saturamento de saúde

“O grande problema da doença é o sistema de saúde não conseguir atender a população. Esse talvez seja o pico. O pico da doença não é todo mundo morrer ou todo mundo adoecer ao mesmo tempo. O pico da doença é o sistema de saúde não conseguir absorver o que tem que absorver, e isso de maneira contínua porque o que a gente vem observando hoje é: 100% de ocupação, cai para 90%, cai para 80. Isso, ou seja, a ocupação chega em um ponto máximo de uma maneira transitória. Quando isso chega num momento em que você tem 100% de ocupação e isso se mantém, que foi o que aconteceu em Manaus, esse é o problema maior. Esse é o fundo do poço e talvez seja o momento de pico da doença.
Então o sistema de saúde chega num ponto em que não consegue atender toda a demanda de atendimento que chega para ele. E aí a população sofre com isso, porque vai buscar atendimento, vai buscar leitos e não vai encontrar. esse é p pior cenario

O que os medicos querem é que as medidas adotadas tenham resultados: redução do numero de casos para que o sistema conseguia atender todos

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“Com a transmissão menor

A gente tem que isso possa acontecer.

Copo cheio de areia

“O copo cheio de areia e quando eu misturo o copo e a areia tá movendo na água, é uma cidade com as pessoas circulando. Quando eu fecho tudo, a areia assenta e a ideia seria essa: fazer com que o vírus pare de circular ou diminua enormemente sua situação, assentando, e aí a gente pode gradativamente voltar as atividades normais.”

As medidas de contenção básica é o distanciamento social

outras medidas eficazes é a vacinação

“Nesse momento quem puder se vacinar, vacine-se. As pessoas que não tem idade para se vacinar, mantenham o distanciamento e evite aglomeração.

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