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Capitão da PM e instrutor de tiros em Anápolis explica como tirar posse de arma

(Foto: Rafaella Soares)

Após decreto presidencial de Bolsonaro, a procura na cidade aumentou consideravelmente

Osvaldo Abraham foi o entrevistado da edição de quinta-feira (28) do Papo das Seis, programa de entrevistas, debates e comentários transmitido nas redes sociais do Portal 6.

Capitão da Polícia Militar com um longo currículo de serviços prestados à sociedade, ele também é instrutor de armamento e tiro credenciado pela Polícia Federal.

Segundo o oficial, as buscas pela posse de arma em Anápolis tiveram um aumento considerável após o decreto do presidente Jair Bolsonaro.

“Muita gente procurou porque achou que [antes do decreto presidencial] era muito distante ter uma arma de fogo”, disse, ressaltando que, mesmo com a flexibilização, ainda existem uma série requisitos que precisam ser atendidos.

Entre eles estão: ter mais de 25 anos, residência fixa, ocupação lícita, e não dispor de antecedentes criminais. A principal novidade, contida no texto, é que não há mais a necessidade de uma justificativa para a posse da arma.

“Se tudo isso estiver certinho, a pessoa vai conseguir”, explicou, lembrando que antes esse item era avaliado e ficava a cargo de um delegado federal, que poderia aceitar, ou não, o argumento.

O capitão também pondera que essa autorização se limita à residência, fazenda ou comércio, caso quem adquiriu seja o proprietário e tenha feito essa solicitação.

“A partir do momento que a pessoa pisou na rua, ela pode estar incorrendo crime”, expôs, destacando que o porte, ou seja, o direito de andar com a arma de fogo não foi incluído no decreto presidencial.

Ainda na entrevista, o militar explica em quais casos são comuns a autorização do porte de arma e como funciona o treinamento de tiros em Anápolis, tanto para posse, quanto para o porte.

A seguir, a íntegra do Papo das Seis com Osvaldo Abraham:

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