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O que está por trás dos furtos nas igrejas de Anápolis?

Duas mulheres acabaram presas pela Polícia Civil, mas novos crimes foram denunciados nas redes sociais

Da Redação Da Redação -
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Andressa Andrade Ribeiro e Ana Carolina Andrade Cavalcante são mãe e filha e foram presas na segunda-feira (04) após serem encontradas com instrumentos, caixas e mesas de som em Luziânia.

De acordo com o Grupo de Repressão e Combate a Crimes Contra o Patrimônio (Gepatri), da Polícia Civil, todos esses produtos eram roubados e furtados e estavam sendo comercializados em um site de vendas.

(Foto: Divulgação / Polícia Civil)

A maior parte dos crimes, ainda de acordo com a corporação, aconteceu em templos religiosos. Dentre eles estão a Assembleia de Deus Cimadseta, Assembleia de Deus Jardim Progresso e Igreja Quadrangular, também do Jardim Progresso, que foram arrombadas no último dia 31 de outubro em Anápolis.

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A dupla foi levada diretamente para o presídio feminino de Luziânia e deverão responder pelo crime de receptação.

O mistério, no entanto, continua. Isso porque ainda não há detalhes sobre os responsáveis pelos furtos e, através das redes sociais, outras duas igrejas já divulgaram nesta terça-feira (05) terem sido vítimas durante a madrugada.

A reportagem do Portal 6 tentou contato com o delegado responsável pelo caso em Luziânia, para saber mais informações sobre o caso, mas não obteve sucesso.

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