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Covid: 90% dos leitos de UTI da rede pública em Anápolis estão desocupados

Curva do registro de óbitos também segue em queda desde agosto

Caio Henrique Caio Henrique -

A taxa de ocupação dos leitos de UTI da rede pública de Anápolis, exclusivos para o tratamento da Covid-19, chegaram aos níveis mais baixos desde o início da pandemia.

De acordo com o painel de acompanhamento online da Covid, gerido pela gerido pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), existem 83 leitos disponíveis e apenas sete pacientes internados.

Isso representa uma taxa total de ocupação de apenas 8,43%. No pico de contágio e mortes na cidade, presenciado entre os meses de julho e agosto, o valor chegou a ultrapassar os 60%.

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Vale ressaltar que, dos 83 espaços de tratamento, 50 estão distribuídos entre as unidades da rede municipal.

Os outros 33 são foram montados no Hospital Estadual de Urgências de Anápolis Dr. Henrique Santillo (HUANA) e são reservados para pacientes da chamada macrorregião do Pirineus.

Curva para baixo

Os dados da plataforma ainda apontam que a curva de óbitos se manteve em uma decrescente constante na cidade durante os últimos três meses.

Após chegar ao pico de registros em agosto, quando 116 vítimas foram confirmadas em Anápolis, a sequência de fatalidades entrou em curva para baixo.

Tanto que, já se encaminhando para o final do mês de novembro, apenas dez mortes pela doença foram comunicadas pela Semusa no período.

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