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Em novo decreto, Caiado determina isolamento mais rígido; veja o que pode e o que não pode abrir em Goiás

Avatar Rafaella Soares -
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Decreto do governador Ronaldo Caiado (DEM) divulgado na manhã desta terça-feira (16) volta a adotar o isolamento alternado em Goiás.

Na prática, as atividades econômicas ficam suspensas por 14 dias e depois retornam o funcionamento por outros 14. Apenas as atividades essenciais é que poderão seguir de portas abertas todos os dias.

Todas as regras passam a valer no estado a partir desta quarta-feira (17) e têm objetivo de diminuir o aumento desenfreado de casos de Covid-19. Atualmente, a situação de Goiás é critica e quase não há leitos de UTI disponíveis para tratar os pacientes graves.

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Durante os 14 dias de funcionamento, os estabelecimentos devem continuar seguindo os protocolos de segurança, além de uso de máscara, distanciamento social e álcool em gel para funcionários e clientes. A revogação do decreto pode acontecer a qualquer momento.

Veja as atividades essenciais que não se incluem no revezamento

Farmácias, clínicas de vacinação, laboratórios de análises clínicas e estabelecimentos de saúde; cemitérios e serviços funerários; distribuidores e revendedores de gás; postos de combustíveis; supermercados e congêneres, não se incluindo lojas de conveniência; estabelecimentos que atuem na venda de produtos agropecuários; agências bancárias e casas lotéricas; serviços de call center restritos às áreas de segurança, alimentação, saúde e de utilidade pública; atividades de informação e comunicação; e fornecedores de bens ou de serviços essenciais à saúde, à higiene e à alimentação.

E também: segurança privada; empresas de saneamento, energia elétrica e telecomunicações; assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade; obras da construção civil de infraestrutura do poder público; borracharias e oficinas mecânicas; restaurantes e lanchonetes instalados em postos de combustíveis; estabelecimentos que estejam produzindo, exclusivamente, equipamentos e insumos para auxílio no combate à pandemia da Covid-19.

Todos esses citados só podem comercializar ou prestar serviços essenciais. No revezamento, itens não essenciais são proibidos de permanecerem expostos à venda.

O que muda?

Neste decreto, hospitais e clínicas veterinárias continuam como atividades essenciais. Escritórios de contabilidade ou advocacia foram inclusos e podem funcionar, mas sem atendimento presencial.

Na alimentação, restaurante e lanchonetes só podem funcionar por delivery, pegue/leve ou drive-thru. Consumo no local fica proibido. Também continua vedada a entrada de mais de uma pessoa da mesma família em locais como supermercados.

Já no transporte, as empresas de transporte coletivo e privado funcionam normalmente, sendo que trabalhadores de atividades essenciais deverão ter prioridade de embarque.

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