Como pastores e padres se organizaram para ter missas e cultos presenciais

Foram três as estratégias dos líderes religiosos, que ainda não podem de dizer vitoriosos

Denilson Boaventura -
Vereadores em sessão remota da Câmara por causa da pandemia. (Foto: Divulgação/ Câmara)

A semana foi marcada pela votação unânime, em dois turnos, na Câmara Municipal para a chamada “essencialidade das atividades religiosas” em Anápolis.

No entanto, a lei que vai para a mesa do chefe do Executivo Municipal foi precedida de pressão pesada sobre políticos da cidade e de articulação nos bastidores entre pastores de alta tarimba e a Diocese local.

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que reforçou a prerrogativa dos estados e municípios sobre a vedação de reuniões presenciais nos templos, animou alguns mas na prática joga ainda mais incerteza sobre o tema.

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