Foram assim os dois dias do evento em Anápolis que discutiu igualdade racial com muita cultura e criatividade
"A pandemia da Covid-19 mudou a forma como trabalhamos com a cultura e nos colocou 'Dendicasa', mas a arte transborda na nossa gente”, lembrou Narelly Batista, produtora e idealizadora do projeto
Terminou na noite desta quinta-feira (24), com transmissão ao vivo pelo YouTube, o Festival Arrudeia Dendicasa, evento que discutiu igualdade racial por meio da arte e contou com a participação de diversos convidados, professores renomados e bailarinos.
Nos últimos dois dias foram realizadas oficinas de dança, música e rodas de conversa que contemplaram a população de Anápolis e da África residente na cidade.
No primeiro dia de atividades, os professores angolanos Emanuel Ritchelle e Orlando Breezy apresentaram diversos ritmos do país para os participantes, como a Kizomba, o Kuduro e o AfroHouse.
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Entre aulas de ballet clássico e percussão, o festival pautou assuntos atuais como igualdade racial, imigração, corpos negros em diáspora e a profissionalização dos trabalhadores da dança.
Segundo Narelly Batista, produtora e idealizadora do projeto, são vários os bailarinos da cidade que tem potencial e merecem ser valorizados.
“A pandemia da Covid-19 mudou a forma como trabalhamos com a cultura e nos colocou ‘Dendicasa’, mas a arte transborda na nossa gente”, lembrou.








