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Em live, Gustavo Mendanha fala dos motivos que o levaram a decidir entregar a carta de desfiliação ao MDB

Além do desembarque do partido, prefeito de Aparecida anunciou que está à disposição de lideranças para ser candidato a governador

Karina Ribeiro -
Gustavo Mendanha irá deixar o MDB. (Foto: Reprodução)

Num discurso carregado de frases de efeito, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha finalmente marcou sua data oficial de desfiliação do MDB – após mais de 20 anos de casa.

Durante uma live realizada na noite desta terça-feira (28) – com mais de 1 mil pessoas ao vivo durante a maior parte do tempo – ‘disse que sai do partido, mas já sonhando em voltar’.

Frear o anúncio se tornava insustentável.

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O número de internautas prova que ao longo dos últimos dias o assunto se popularizou. Recentemente, Mendanha vem percorrendo outros municípios do Estado, fazendo política, sobretudo na região Norte.

Nas andanças, diz que busca diálogo de forma equilibrada. “Alguns dizem que não é preciso fazer oposição em Goiás, mas não é o que tenho escutado por aí (…) Nunca personalizei, mas sempre defendi candidatura própria. Se fosse o Daniel [Villela] eu iria apoiar”, afirmou.

Inclusive os nomes de Daniel, chamado muitas vezes como amigo, e do pai, Maguito Villela, foram incansavelmente citados pelo prefeito de Aparecida.

O primeiro, como forma de dizer que não se sente traído, mas desconfortável em fazer parte do caminho capitaneado por Daniel. “Não deixo companheiro pra trás, não troco antigos amigos por novos amigos”.

Já o nome de Maguito veio como forma de reforçar aliança e história política. “Em nome à memória do Maguito, para que não tenhamos mais constrangimento, saio do partido e busco outros projetos”, diz.

Futuro

Gustavo diz que não tem nenhuma pretensão em se filiar a um partido político por agora. Ele afirma ter tempo para a tomada de decisão e que vai buscar diálogo com lideranças para definir o próprio futuro. Entretanto, uma coisa já deixou bem claro, sua vontade para encarar o próximo pleito como opositor de Ronaldo Caiado (DEM).

“Quero ser um soldado, se no futuro lideranças definirem meu nome, estou à disposição”, diz.

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