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Goiás tem 89 pesquisadores entre os melhores da América Latina

Cientistas da UFG, IFGoiano, UniEVANGÉLICA e Universo foram listados em levantamento internacional, que reúne os 10 mil cientistas mais influentes da América Latina

Augusto Araújo -
UFG lidera ranking de influência entre professores de Goiás. │ (Foto: Divulgação/Reitoria Digital UFG).

A educação superior em Goiás está servindo de exemplo para toda a América Latina.

O ranking de 2021 da AD Scientific Index listou os 10 mil cientistas mais influentes da região e o estado goiano apareceu com 89 representantes na lista.

Os pesquisadores são membros docentes de cinco instituições de ensino superior de Goiás. Na liderança, está a Universidade Federal de Goiás (UFG) , com 76 professores ranqueados.

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A UFG também é a 24ª colocada no ranking com mais professores listados pela AD Scientific Index.

Em seguida, o Instituto Federal Goiano representa o estado com oito docentes ranqueados pela avaliação.

A UniEVANGÉLICA, representante de Anápolis, está empatada com a Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) com dois professores listados no ranking.

Por fim, a Universidade Salgado de Oliveira (Universo) aparece no ranking com uma docente listada.

O cientista goiano melhor ranqueado é José Alexandre Felizola Diniz Filho, doutor em Zoologia e professor do Instituto de Ciências Biológicas da UFG (ICB/UFG).

Ele ficou listado como o 139º professor mais influente do país e o 256º da América Latina.

Em entrevista ao Portal 6, o professor da UFG destacou que a presença de tantos pesquisadores da instituição na lista indica um amadurecimento da educação em Goiás e que isso se converte em benefícios para a sociedade.

“Quando nós temos professores listados como pesquisadores influentes, isso indica que o conhecimento produzido pelas instituições está sendo transmitido para os alunos e, consequentemente, em benefícios para a sociedade”, afirmou José Alexandre.

O ranking leva em conta, para a avaliação, o número de publicações científicas do pesquisador nos últimos cinco anos, separando-os por área de estudo.

O número de vezes em que o cientista é citado academicamente também conta para o processo.

 

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