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Bicampeã nacional de kickboxing, anapolina precisa de ajuda para disputar título internacional

Mesmo sem patrocinadores, atleta local coleciona vitórias e se consagrou como uma das maiores do mundo

Pedro Hara -
Atleta tem currículo recheado de conquistas (Foto: Arquivo Pessoal/Juliana Balbino)

Bicampeã brasileira de kickboxing, a anapolina Juliana Balbino corre contra o tempo para poder participar do 12º Campeonato Sul-Americano da modalidade que será disputado entre os dias 08 e 12 de dezembro, em Cascavel, no Paraná. 

Para participar da competição, a atleta precisa arrecadar R$ 8 mil. Sem patrocinador, Juliana abriu uma vaquinha virtual para angariar a quantia. A ideia da arrecadação virtual partiu de amigos que sempre viam Juliana correndo atrás de patrocínios para competir no Brasil e no mundo. 

Segundo Juliana, apesar da competição ser realizada no Brasil, o alto valor da vaquinha é justificado pela cotação em dólar para participar do torneio. Todas as taxas são pagas em dólar, além dos custos com despesas essenciais, como alimentação, estadia e transporte.

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Até a publicação desta reportagem, Juliana havia arrecadado apenas R$ 575 dos R$ 8 mil necessários. Para contribuir com a atleta, clique aqui.

Atleta de kickboxing há cinco anos, Juliana nunca teve apoio de patrocinadores. “A dificuldade vem desde quando eu comecei. Atletas de alto nível em Anápolis são poucos que têm visibilidade. Ainda mais em um esporte que não tem um grande apelo, é complicado conseguir principalmente no feminino. A gente não tem nenhum apoio da prefeitura, nem do governo. Eu até recebi a bolsa atleta há dois anos, mas ela foi cortada e justificaram o corte por conta da pandemia.”, lamentou. 

O currículo de Juliana fala por si só. A atleta empilha conquistas em âmbito estadual, nacional e mundial. Apesar de todos os títulos, a atleta diz ser ser reconhecida apenas ao sair da cidade. 

“Eu sou a primeira do ranking brasileiro na minha categoria até 65 kg. Vice campeã mundial, bicampeã brasileira, pentacampeã goiana, vice campeã sul americana, campeã da Copa América. Eu sou lutadora profissional do maior evento da América Latina. Eu tenho vários títulos e tenho mais visibilidade fora da minha cidade do que dentro dela”, explicou.

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