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Desemprego e perda de renda da população em Anápolis aumentou a demanda pelo Banco de Alimentos

Também chamada de “cesta verde”, ela é montada a partir de hortifrútis que seriam descartados no CEASA

Caio Henrique -
O Banco de Alimentos de Anápolis está localizado na Avenida Presidente José Sarney, no Setor Jamil Miguel. (Foto: Divulgação)

A pandemia do novo coronavírus trouxe muitas dificuldades para a população mundial, e em Anápolis não foi nada diferente.

Problemas nas áreas de saúde, financeira e emocional foram, e estão sendo, constantes na rotina diária.

Um dos maiores exemplos é a atual crise econômica, que elevou radicalmente o preço dos alimentos disponibilizados nos mais diferentes mercados.

Esta problemática fez com que a busca pelo Banco de Alimentos do município aumentasse bastante.

Segundo a Secretaria Municipal de Integração Social, Esporte e Cultura, a demanda pelo serviço subiu em 30% desde a instauração da pandemia, ainda em 2020.

O que é o Banco de Alimentos?

Ele funciona através da doação de hortifrútis de produtores rurais e comerciantes da Central de Abastecimento Regional de Anápolis – também conhecida como Ceasa ou Mercado do Produtor.

A partir desta ação, cerca de 22 toneladas de frutas e legumes são coletadas mensalmente e repassadas para moradores em condição vulnerável.

As verduras, que seriam descartadas, passam por um processo de separação, higienização e armazenamento para, enfim, serem entregues aos beneficiários.

Instituições e famílias cadastradas nos programas dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) são geralmente contempladas com a ajuda.

A iniciativa também é reconhecida pelo nome popular de “cesta verde”, devido ao tipo dos alimentos ofertados.

Quem pode fazer uso?

Famílias que se encontram nesta situação de risco social podem recorrer ao banco, através do cadastro no CRAS.

São quatro endereços disponíveis em diversas localidades da cidade, cada um com um número para contato diferente. Confira:

– CRAS Norte

Av. do Estado, Vila Norte (Antiga Casa Brasil) – (62) 3902-2639

– CRAS Sul

Rua Copa 23, Res. Copacabana (ao lado do feirão Reny Cury) – (62) 3902-1539

– CRAS Leste

Av. JK Qd. 12 S/N Jardim Alvorada, Praça CEU, Jardim Alvorada – (62) 3902-1573

–  CRAS Leste II

Rua Antônio de Souza França, Qd 9 Lt 22, Conjunto Habitacional Filostro Resende Machado – (62) 3902-1725

Instituições filantrópicas também podem participar do programa, após completar as etapas de ingresso na Diretoria de Proteção Social Básica, que fica na Secretaria de Integração Social, Esporte e Cultura.

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