Essas são as 5 lendas assustadoras que dizem já ter acontecido em Anápolis

Muita gente jura de 'pé junto' que os causos aconteceram de verdade e causaram muito temor em toda a cidade

Da Redação -
Há em Anápolis várias lendas urbanas assustadoras. (Foto: Reprodução)

No auge dos 114 anos, Anápolis já foi palco de diversos tipos de histórias, mas nem sempre tão positivas ou com um final feliz.

E ao longo de todo esse tempo, surgiram muitas lendas urbanas, que foram passadas de geração em geração.

Curiosamente, sempre tem alguém que jura ‘de pé junto’ que os causos aconteceram de verdade e causaram muito temor em toda a cidade.

E nesta sexta-feira (13), o Portal 6 te relembra quais são as principais delas. Caso tenha medo, é melhor não ler até o final.

5 lendas assustadoras que dizem já ter acontecido em Anápolis

O torneiro assassino de crianças

Essa lenda é (ou pelo menos já foi) muito difundida na região do Bairro São Joaquim. Antigos moradores afirmavam que por lá havia um torneiro que vivia em uma mata. Ele tinha o costume de capturar e matar qualquer criança que se aproximasse das terras e, depois, jogava os corpos em um lago.

Fantasmas de presos no Antensina Santana

Essa ainda faz muitos alunos irem embora às pressas quando o sinal toca no final das aulas noturnas. É que antes de lá ser um colégio, o terreno foi usado para abrigar uma cadeia. Depois de desativada, o prédio até foi demolido, mas muitos dizem que basta andar sozinho pelos corredores para ver alguns fantasmas de presos que morreram por ali.

Bruxa solta na Vila Góis

O Parque Onofre Quinan, na região da Vila Góis, foi por muito tempo a principal fonte de lazer para muitos anapolinos. Antes de se tornar um parque, porém, muitas crianças gostavam de ir até o lago das proximidades e acabavam se afogando. Dizem as más línguas que, depois dos afogamentos, uma bruxa que vivia solta lá recolhia e desaparecia com os corpos dos pequenos.

Morta da Praça Cônego Trindade

Outra história escabrosa diz que na Praça Cônego Trindade, na Vila Góis, existe o espírito de uma jovem que fica acenando para os carros que sobem à noite a Engenheiro Portela, rumo à Avenida Brasil. Depois de contornar a praça, ela sempre some no local onde supostamente teria morrido atropelada.

Vampiriti no bananal da Vila União

Essa história, acredite se quiser, já foi parar até no extinto Linha Direta da TV Globo. Assustador, o causo diz que um homem pegava pessoas, sobretudo mulheres, para matar e sugar o sangue. Ele, possivelmente, teria passado pelo antigo bananal da Vila União, deixando a população dali com medo de sair sozinha pela região.

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