Maranhense que veio tentar a vida em Goiânia morre misteriosamente após cinco meses

Homem, que trabalhava como peão de obras, não tinha parentes na capital e foi encontrado esfaqueado

Da Redação -
Vítima foi esfaqueada em rua do Conjunto Primavera, em Goiânia. (Foto: Reprodução.)

A Polícia Civil (PC) está investigando o caso de um homem que saiu do Maranhão para Goiânia tentar a vida, mas acabou morrendo misteriosamente, após ser esfaqueado.

O Portal 6 apurou a situação, ocorrida neste domingo (15). Por volta das 05h30, uma testemunha que passava pela rua CP 33, no Conjunto Primavera, viu a vítima caída no chão, rodeada por muito sangue e decidiu chamar os agentes policiais.

Identificado como Enoque Conceição Sousa, o maranhense de 36 anos havia se mudado a cerca de cinco meses para a capital goiana e estava morando na casa de um colega, que trabalhava com ele como peão de obras.

Enoque Conceição Sousa, maranhense de 36 anos, foi morto em Goiânia após cinco meses na cidade. (Foto: Reprodução).

Na mesma madrugada do incidente, por volta das 02h, a vítima teria aparecido na residência do companheiro de profissão e juntou uma mala com os pertences, afirmando que deixaria o local.

Já pelas 05h, uma testemunha teria visto Enoque passar na rua do crime, bastante embriagado e possivelmente saindo de uma festa que acontecia em uma chácara pela região.

Em seguida, ela afirmou que dois homens, aparentemente jovens, teriam ido na mesma direção e voltado correndo pouco tempo depois. No entanto, não foi possível identificar quem eles eram e se carregavam potenciais armas do crime em mãos.

Conforme o relato de colegas de Enoque, ele não tinha parentes em Goiânia e enfrentava um grande problema com álcool. Além disso, uma semana antes, no dia 06 de maio, a vítima teria contado uma história suspeita.

Isso porque ele perdeu todo o salário – que havia acabado de receber – e o celular, após ser convidado por homens recém-conhecidos em uma obra para ir em uma festa onde haveria “bebidas e mulheres”.

A vítima ainda teria comentado para os companheiros que esses indivíduos seriam perigosos e que “mexiam com droga”.

O Instituto Médico Legal (IML) compareceu ao local do crime e recolheu o corpo de Enoque.

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