Concurso público para preencher vagas efetivas na ARM está na mira da Prefeitura de Anápolis

Autarquia tem cinco postos estratégicos em áreas que precisam de profissionais com perfis técnicos

Danilo Boaventura -
Centro Administrativo é a sede da Prefeitura de Anápolis. (Foto: Divulgação)

O próximo concurso público da Prefeitura de Anápolis será para preencher as vagas na Agência Reguladora Municipal (ARM).

Criada para fiscalizar a prestação de serviços ao Poder Público por empresas como Urban e Saneago, a autarquia tem cinco postos efetivos.

São eles: Analista em Regulação de Publicidade, Analista em Regulação de Vigilância Sanitária, Analista em Regulação de Água e Saneamento, Analista em Regulação de Serviços de Trânsito e Transporte e Analista em Regulação de Serviços Funerários.

Salário inicial

Pela lei de criação da ARM, sancionada no ano passado, ficou definido que os vencimentos para todos os cargos seria de R$ 4.198,45.

Mas deve aumentar

O valor, no entanto, deve acompanhar o reajuste de 18% concedido a todos os servidores municipais em 2022 e saltar para 4.954,71.

Nível médio ou superior?

Segundo a ARM, todos os pré-requisitos serão definidos em edital. A tendência, no entanto, é de que este certame seja destinado à profissionais de nível superior — até pelo perfil técnico do órgão.

Mudando de assunto

Uma campanha de divulgação do SimAps, que entre as várias funções mostra a localização em tempo real dos ônibus em Anápolis, está sendo preparada pela ARM. Após ficar um tempo fora do ar, o aplicativo voltou à ativa.

Nota 10

Para Goinfra, que deu início às obras de pavimentação da GO-451 no trecho entre os municípios de Campo Limpo e o trevo de Nerópolis/Ouro Verde. O local, inclusive, ganhará o nome de Adyr José do Nascimento, morador ilustre de Campo Limpo que faleceu durante a pandemia aos 72 anos.

Nota Zero

Para o dilema da Escola Municipal Walter Beze, no Bairro São Lourenço, que vem dispensando os alunos às 11h30 por falta de profissionais. No passado, a unidade foi referência em ensino de tempo integral. Pais de alunos prometem levar a denúncia ao Ministério Público pois a situação se arrasta há meses e a Semed ainda não tomou nenhuma providência.

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