Alerta da Caixa para portadores de CPF com os finais 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0

Comunicado pode auxiliar aquelas pessoas cujos nomes aparecem com restrição de crédito (sujos)

Alerta da Caixa para portadores de CPF com os finais 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0
(Foto: Divulgação/ Receita Federal)

A Caixa Econômica Federal (CEF) emitiu um alerta importante para os brasileiros que são portadores de CPF com os finais 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0.

O comunicado consiste em uma medida para auxiliar aqueles trabalhadores, que estão com o nome sujo, a retomar o controle das finanças e, consequentemente, voltarem a ter o nome limpo.

Quer saber mais sobre a medida? Leia até o final e saiba mais sobre o novo programa da CEF.

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Alerta da Caixa para portadores de CPF com os finais 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0

Os portadores de CPF com os finais 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0 e que estejam com o nome sujo já podem comemorar, pois a CEF anunciou uma medida que vai auxiliar a vida financeira dessas pessoas. Trata-se do Programa Desenrola Brasil.

A iniciativa foi aderida pela instituição financeira e busca ajudar aqueles cidadãos a, enfim, limparem os respectivos nomes e retomar o controle das finanças.

O programa estava prevista para encerrar em dezembro de 2023, mas acabou sendo prorrogado para março de 2024 por conta da ampla utilização e os benefícios ofertados aos endividados.

Para se ter uma ideia da amplitude, bancos como Banco do Brasil, Santander, Bradesco, Itaú, Nubank, Banco Inter, Banco Pan, PagBank e o PicPay já aderiram a medida,

Os interessados em integrar o programa devem, inicialmente verificar as dívidas. É possível checá-las em aplicativos das instituições financeiras como, por exemplo, o Caixa Tem.

Assim, basta entrar em contato com os bancos que são parceiros do Programa Desenrola Brasil e, em seguida, checar as condições especiais que estão disponíveis para a quitação das dívidas.

Por fim, após essa etapa, é o momento de regularizar a situação e, de quebrar, limpar o nome. Nessa fase, é necessário fazer o pagamento do que foi estabelecido juntamente com o banco e solicitar a baixa das restrições aos órgãos de proteção ao crédito, como o SPC e o Serasa.

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Gabriella Pinheiro

Gabriella Pinheiro

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Atuou no Portal 6 como repórter e editora assistente.